A ministra Cármen Lúcia foi eleita, nesta terça-feira (18), para presidir a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A votação ocorreu de forma simbólica e por unanimidade durante a sessão ordinária do colegiado, registrando a aprovação de todos os seus integrantes sem qualquer disputa.
A posse oficial de Cármen Lúcia no comando da Turma está marcada para o dia 30 de setembro. Ela sucederá o ministro Flávio Dino, que encerra seu período de um ano à frente do colegiado. A transição segue rigorosamente o sistema de rodízio anual estabelecido pelo Regimento Interno do STF.
As normas internas do Supremo determinam que a presidência de cada Turma seja exercida por um mandato fixo de 12 meses. O regulamento proíbe a recondução imediata ao cargo, exigindo que a função seja alternada sucessivamente entre todos os membros do órgão fracionário do tribunal.
A definição do novo ocupante obedece ao critério de antiguidade em ordem decrescente. Como todos os magistrados da formação atual da Primeira Turma já presidiram o colegiado anteriormente, o ciclo de rodízio é reiniciado por Cármen Lúcia, que figura como a integrante mais antiga da composição.
A partir de 30 de setembro, a ministra será responsável por conduzir os trabalhos, pautar e dirigir os julgamentos das sessões da Primeira Turma. O colegiado desempenha papel crucial no julgamento de ações penais, recursos e demais processos previstos em sua competência regimental.
A mudança na liderança reflete o funcionamento institucional regular e previsível do STF. Com o respeito ao princípio de alternância periódica, a Corte assegura a estabilidade e a equidade na gestão administrativa e judicante do seu órgão fracionário durante o próximo período.








