O Superior Tribunal de Justiça decidiu que uma testemunha considerada importante pela família de Patrícia Amieiro não poderá participar do novo Tribunal do Júri do caso. O depoimento do taxista também foi retirado do processo, e não cabe mais recurso.
A testemunha apareceu em 2020 e afirmou ter visto policiais retirarem Patrícia viva do carro, depois que o veículo foi atingido por tiros. O depoimento chegou a ser aceito pelo Ministério Público e incluído no processo.
A família considera a decisão uma derrota na busca por justiça. Já a defesa dos policiais afirma que a decisão está de acordo com a lei, que impede a inclusão de novas provas depois da realização do primeiro júri.
Patrícia desapareceu em junho de 2008, aos 24 anos. O carro dela foi encontrado na Barra da Tijuca, mas o corpo nunca foi localizado.
No primeiro júri, realizado em 2019, os quatro policiais acusados foram absolvidos da acusação de homicídio. Dois deles, porém, foram condenados por fraude processual. O julgamento foi posteriormente anulado, e um novo júri ainda não tem data marcada.








