O prefeito Eduardo Cavaliere anunciou uma nova fase de expansão das supercâmeras da CIVITAS Rio na cidade, priorizando inicialmente a Zona Norte com instalações iniciais nos bairros do Méier e de Madureira antes de avançar para outras regiões.
A definição dos pontos de instalação baseia-se em critérios estritamente técnicos e em análises detalhadas de manchas criminais, buscando reforçar a vigilância em áreas com maior incidência de roubo e furto de veículos e celulares, crimes frequentemente cometidos com o uso de motocicletas ou automóveis.
As supercâmeras utilizam inteligência artificial avançada para analisar imagens em tempo real, cruzando informações como cor, tipo de veículo, direção de fuga, objetos e padrões de vestimenta. Com essa tecnologia, o sistema auxilia na localização ágil de pessoas e veículos de interesse, além de reconstruir trajetos utilizados em ocorrências criminais.
De acordo com a CIVITAS Rio, uma única câmera consegue registrar até 3 mil situações simultaneamente, ampliando a capacidade de identificar padrões que passariam despercebidos pela análise humana, inclusive na ausência de placas legíveis.
O sistema também identifica veículos por cor, marca e modelo, transformando registros brutos em evidências concretas que apoiam as forças policiais e o sistema de Justiça na produção de provas e no rastreio de criminosos.
Paralelamente, o cinturão digital de segurança avança nos principais acessos da capital, com destaque para a nova Muralha Digital implantada no dia 16 de setembro na subida da Ponte Rio-Niterói, no lado do Rio, fortalecendo o monitoramento metropolitano. Essas estruturas conectam diferentes ocorrências, identificam rotas suspeitas e cruzam dados municipais para esclarecer crimes.
Atualmente, a cidade opera com 13 mil dispositivos da CIVITAS, sendo mais de 3.500 supercâmeras inteligentes, com projeção de superar 16 mil equipamentos até o fim do ano e atingir a marca de 15 mil supercâmeras inteligentes até 2028.








