Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
Destaque
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
CNT/MDA: Flávio Bolsonaro tem 50,7% dos votos válidos; Lula 49,3 %
Eleições 2026
CNT/MDA: Flávio Bolsonaro tem 50,7% dos votos válidos; Lula 49,3 %
MPE diz que não cabe à Justiça decidir sobre sigilos de candidatos e defende extinção do caso
Eleições 2026
MPE diz que não cabe à Justiça decidir sobre sigilos de candidatos e defende extinção do caso
TRE prevê eleição mais rápida neste domingo no RJ
Eleições 2026
TRE prevê eleição mais rápida neste domingo no RJ
Moraes manda bloquear R$ 6 bi de Willer Tomaz; bancos devem informar dados da empresa Alcazar
Brasil
Moraes manda bloquear R$ 6 bi de Willer Tomaz; bancos devem informar dados da empresa Alcazar
BC cria painel de dívidas e restringe crédito no Pix
Economia
BC cria painel de dívidas e restringe crédito no Pix
Projeto recuperará 6,6 mil hectares de Mata Atlântica na região norte fluminense
Norte Fluminense
Projeto recuperará 6,6 mil hectares de Mata Atlântica na região norte fluminense
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

‘Dinheiro esquecido’: BC diz que R$ 5,6 bilhões podem ser resgatados

Mais de 23 milhões de pessoas têm direito

Siga-nos no

Reprodução

O Banco Central (BC) atualizou os dados e informou nesta terça-feira (8) que ainda existem, nas instituições financeiras, R$ 5,64 bilhões em “recursos esquecidos” pelos clientes.

O balanço considera valores contabilizados até julho deste ano.

Deste total:

R$ 4,24 bilhões são recursos de 23,6 milhões de pessoas físicas;
R$ 1,4 bilhão são valores de 2,2 milhões de empresas.
Em março, segundo o Banco Central, havia R$ 10,6 bilhões de valores esquecidos nas instituições financeiras. Parte do montante foi transferida para um fundo público para viabilizar o Desenrola 2.0.

Em maio, o valor já havia recuado para R$ 6,2 bilhões e, em junho, para R$ 5,1 bilhões.

O sistema do BC permite consultar se pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas deixaram valores para trás em bancos, consórcios ou outras instituições.

No começo de maio, o governo anunciou o uso, de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões, dos recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos para viabilizar descontos no Desenrola 2.0 – novo programa de renegociação de dívidas.

No fim de maio, parte do dinheiro, cerca de R$ 5,7 bilhões, foi encaminhada para um fundo público, o Fundo de Garantia de Operações (FGO), para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, parte do dinheiro desse fundo vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

“Os recursos não reclamados serão utilizados para o FGO garantir operações do próprio sistema financeiro. Haverá segregação de 10% do saldo transferido que ficará disponível para cobrir eventuais pedidos de resgate [pelos correntistas]”, informou o governo à época.

O caso entrou na mira do Tribunal de Contas da União (TCU). Técnicos do tribunal apuram o uso de recursos para programas federais por fora do orçamento público.

Por não passar pelo orçamento da União, os recursos não estão dentro dos limites de gastos que têm de ser obedecido. Pelas regras, os gastos não podem crescer mais de 2,5% ao ano (acima da inflação).

Se fosse incluído formalmente no orçamento, e consequentemente no limite de gastos, o governo teria de bloquear igual montante em outras despesas livres (discricionárias), aumentando as dificuldades em um ano eleitoral.

Em julho, o governo informou que, justamente para obedecer ao limite de despesas existente, R$ 17,9 bilhões do orçamento dos ministérios ainda permaneciam bloqueados neste ano.

A limitação de recursos já está afetando áreas importantes, como atividades de fiscalização, investimentos em tecnologia e a prestação de serviços à população, como as agências reguladoras.