Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Botafogo Praia Shopping promove aula de spinning com café da manhã
Rio de Janeiro
Botafogo Praia Shopping promove aula de spinning com café da manhã
PRF terá regras de fiscalização nas rodovias federais durante as eleições de 2026
Brasil
PRF terá regras de fiscalização nas rodovias federais durante as eleições de 2026
Ex-procurador do Rio Metrópole é preso novamente após novas acusações
Brasil
Ex-procurador do Rio Metrópole é preso novamente após novas acusações
Mudanças climáticas exigem adaptação do sistema de saúde, alerta Ministério da Saúde
Brasil
Mudanças climáticas exigem adaptação do sistema de saúde, alerta Ministério da Saúde
Botafogo anuncia Tite como novo técnico até 2028
Esportes
Botafogo anuncia Tite como novo técnico até 2028
Ex-procurador do Instituto Rio Metrópole é preso novamente na Zona Sul do Rio
Rio de Janeiro
Ex-procurador do Instituto Rio Metrópole é preso novamente na Zona Sul do Rio
Polilaminina começa testes em humanos para tratar lesões na medula
Saúde
Polilaminina começa testes em humanos para tratar lesões na medula
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Ex-procurador do Rio Metrópole é preso novamente após novas acusações

Análise de celular apreendido teria revelado indícios de pagamentos e novas suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro, segundo o Ministério Público

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O ex-procurador-geral do Instituto Rio Metrópole (IRM), Marcelo Lopes da Silva, foi preso novamente na tarde desta quarta-feira (16/09), durante o cumprimento de um novo mandado de prisão preventiva. Ele foi encontrado em casa, na Lagoa, na Zona Sul do Rio, no âmbito das investigações da Operação Ouroboros.

Marcelo já havia sido preso em julho, quando a operação foi deflagrada para investigar suspeitas de corrupção e desvio de recursos públicos no IRM. A prisão preventiva foi posteriormente revogada por decisão judicial em habeas corpus.

A primeira fase da investigação resultou na denúncia de 11 pessoas e apura um esquema que, segundo o Ministério Público, teria movimentado R$ 86,28 milhões em contratos do instituto.

 

Celular teria revelado novos indícios

A nova prisão foi determinada após a análise do celular apreendido com Marcelo. Segundo o Ministério Público, o aparelho revelou novos indícios de corrupção e lavagem de dinheiro.

De acordo com a investigação, Marcelo teria orientado a então companheira, Thays Pinho Carneiro da Silva, a abrir uma empresa que seria contratada pela Engeconsult, empresa que mantinha contratos milionários com o Instituto Rio Metrópole. O acordo previa pagamentos de R$ 30 mil por supostos serviços administrativos.

Para o Ministério Público, a empresa teria sido usada para ocultar o pagamento de uma suposta vantagem indevida ao então agente público. Mensagens recuperadas no celular também indicariam que Marcelo teria pedido que as negociações não fossem registradas por escrito.

Os investigadores afirmam ainda que conversas encontradas no aparelho apontam uma suposta atuação do ex-procurador para liberar pareceres de interesse do grupo, interferir em documentos e evitar que determinadas questões chegassem aos órgãos de controle.

 

Denúncia contra ex-procurador é ampliada

Segundo o Ministério Público, mesmo após deixar a Procuradoria do IRM, em junho, Marcelo teria continuado à disposição do grupo investigado.

Com os novos elementos encontrados no celular, a denúncia contra ele foi ampliada e passou a incluir seis acusações de corrupção passiva e seis de lavagem de dinheiro.

Hélio Augusto Machado Pessôa, representante da Engeconsult, também passou a responder, segundo a investigação, por seis novos crimes de lavagem de dinheiro.

Na primeira fase da Operação Ouroboros, o Ministério Público já apontava Marcelo como responsável por pareceres jurídicos que teriam dado respaldo a contratações e reajustes considerados irregulares pelos investigadores. A Engeconsult está entre as empresas citadas na apuração.

A empresa já afirmou anteriormente que desconhecia o teor das investigações e negou a prática de irregularidades.

As novas acusações ainda serão analisadas pela Justiça. Os denunciados têm direito à defesa e à presunção de inocência durante o processo.