Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Debate da Globo: Paes, Ruas, Garotinho e Siri ficam frente a frente nesta terça
Política
Debate da Globo: Paes, Ruas, Garotinho e Siri ficam frente a frente nesta terça
Auditoria vê suspeitas em contrato de R$ 35,8 milhões para IA na Cedae
Estado
Auditoria vê suspeitas em contrato de R$ 35,8 milhões para IA na Cedae
Fux suspende decisão de Dino e dá 24 horas para remoção de posts sobre Nossa Senhora Aparecida
Brasil
Fux suspende decisão de Dino e dá 24 horas para remoção de posts sobre Nossa Senhora Aparecida
Governo cobra R$ 1 bilhão de 17 bets por danos ligados ao vício em apostas
Brasil
Governo cobra R$ 1 bilhão de 17 bets por danos ligados ao vício em apostas
Morre Arilson Cantanhede, embaixador e repórter do Rio Carnaval
Carnaval
Morre Arilson Cantanhede, embaixador e repórter do Rio Carnaval
Pesquisa aponta 60% de indecisos na disputa pelo governo do Rio
Política
Pesquisa aponta 60% de indecisos na disputa pelo governo do Rio
Prédio é interditado após risco de desabamento na Muzema
Rio de Janeiro
Prédio é interditado após risco de desabamento na Muzema
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão do cumprimento da pena no STF

Pedido havia sido apresentado horas antes ao ministro Nunes Marques e questionava o julgamento do ex-presidente pela Primeira Turma da Corte

Siga-nos no

Foto: Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/09), do pedido para suspender o cumprimento da pena de 27 anos e três meses imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo da trama golpista. A solicitação havia sido apresentada poucas horas antes ao ministro Nunes Marques.

O pedido foi protocolado em uma revisão criminal apresentada pela defesa em maio e que está sob relatoria de Nunes Marques, integrante da Segunda Turma do STF. O processo ainda não foi levado a julgamento.

Os advogados argumentavam que Bolsonaro deveria ter sido julgado pelo plenário do Supremo, formado pelos 11 ministros, e não pela Primeira Turma, que é composta por cinco integrantes. A defesa afirma que os crimes atribuídos ao ex-presidente teriam ocorrido durante o período em que ele ocupava a Presidência e, por isso, o caso deveria ser analisado pelo colegiado completo.

Esse argumento já havia sido apresentado durante o julgamento e foi rejeitado pela Primeira Turma. Na ocasião, quatro ministros votaram contra a tese e Luiz Fux foi o único a concordar com a defesa.

Os advogados também afirmaram que a continuidade do cumprimento da pena enquanto a revisão criminal tramita poderia causar prejuízos que não poderiam ser reparados. O pedido era para interromper a execução da pena até uma decisão definitiva sobre a revisão.

A Primeira Turma do STF condenou Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão em setembro de 2025. Posteriormente, ele passou a cumprir prisão domiciliar em Brasília.