Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
PF faz operação no Rio para recuperar pintura peruana do século XVII
Rio de Janeiro
PF faz operação no Rio para recuperar pintura peruana do século XVII
Oceanos atingem maior nível de calor já registrado
Geral
Oceanos atingem maior nível de calor já registrado
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 75 milhões
Brasil
Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 75 milhões
PM faz operação no Complexo do Chapadão contra roubos e barricadas
Mais Quentes
PM faz operação no Complexo do Chapadão contra roubos e barricadas
Governo do Rio assina decreto e atualiza regras para promoção de policiais civis do Rio de Janeiro
Estado
Governo do Rio assina decreto e atualiza regras para promoção de policiais civis do Rio de Janeiro
Cinturão de segurança será instalado na Vila São Luíz e Sarapuí
Baixada Fluminense
Cinturão de segurança será instalado na Vila São Luíz e Sarapuí
Raphinha é cortado da Seleção e retorna ao Barcelona para tratamento
Esportes
Raphinha é cortado da Seleção e retorna ao Barcelona para tratamento
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Rio está entre cidades mais afetadas por ozônio nocivo este ano

Análise aponta que 40% da população mundial foi exposta a níveis muito altos do poluente.

Siga-nos no

reprodução TV

O Rio de Janeiro aparece entre as cidades com maior exposição ao ozônio próximo ao solo em 2026, segundo uma nova análise global sobre a qualidade do ar divulgada pelo serviço de monitoramento da atmosfera do observatório europeu Copernicus.

No mundo, quase 40% da população foi exposta a níveis extremamente altos desse poluente ao longo do ano.

A Ásia foi a região mais afetada, enquanto a América do Sul apresentou uma situação bem menos desfavorável na comparação global.

Na região, 31% da população ficou exposta a níveis considerados “bons” e outros 50% a níveis “razoáveis”. Somadas, essas duas faixas representam 81% dos moradores do continente.

Rio, porém, aparece no extremo oposto desse cenário: está entre as cidades sul-americanas com maior exposição ao ozônio classificado como “extremamente ruim”, acima de 110 microgramas por metro cúbico no indicador usado pelo levantamento.

ENTENDA: esse ozônio não é o mesmo da chamada camada de ozônio, que fica nas partes mais altas da atmosfera e ajuda a proteger a Terra da radiação ultravioleta. Perto do solo, ele é um poluente prejudicial à saúde.

O ozônio nessa camada mais baixa da atmosfera não costuma sair diretamente de escapamentos ou chaminés. Ele se forma a partir de reações químicas entre outros poluentes, favorecidas pela luz solar e por temperaturas elevadas.

Entre as substâncias envolvidas estão os óxidos de nitrogênio, liberados principalmente pela queima de combustíveis fósseis, e compostos orgânicos voláteis, que podem vir tanto de atividades humanas quanto da vegetação e de incêndios.

Por isso, períodos de muito calor e forte incidência de sol podem favorecer o aumento das concentrações desse poluente.

A análise faz parte do Atmosphere Watch, levantamento que reúne dados de satélites, estações em solo, aeronaves e outras fontes para acompanhar a poluição do ar em diferentes partes do planeta.

“A poluição do ar não conhece fronteiras. A fumaça de incêndios, o ozônio e a poeira podem viajar milhares de quilômetros, afetando comunidades muito distantes de sua origem”, afirmou Florian Pappenberger, diretor-geral do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF), responsável pelo serviço