Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Imóvel desaba no Engenho Novo; quatro são resgatados com vida
Rio de Janeiro
Imóvel desaba no Engenho Novo; quatro são resgatados com vida
Depois de receber ‘indireta’ do pai, Wladimir Garotinho responde com vídeo segurando bananas
Política
Depois de receber ‘indireta’ do pai, Wladimir Garotinho responde com vídeo segurando bananas
Desabamento de prédio residencial no Líbano deixa mortos e feridos
Mundo
Desabamento de prédio residencial no Líbano deixa mortos e feridos
Segurança no entorno do Sambódromo registra redução de roubos durante ensaios técnicos
Estado
Segurança no entorno do Sambódromo registra redução de roubos durante ensaios técnicos
Escola de Artes Visuais abre inscrições para bolsas integrais em cursos livres e programa de formação
Cultura
Escola de Artes Visuais abre inscrições para bolsas integrais em cursos livres e programa de formação
Terremoto de magnitude 5,5 é registrado em Cuba neste domingo
Mundo
Terremoto de magnitude 5,5 é registrado em Cuba neste domingo
Clássico em São Januário, neste domingo (8/2), terá esquema especial de trânsito
Mais Quentes
Clássico em São Januário, neste domingo (8/2), terá esquema especial de trânsito

Morre ex-delegado acusado de tortura e mortes na ditadura militar

Siga-nos no

Foto: Divulgação

O ex-delegado da Polícia Civil de São Paulo Dirceu Gravina morreu nesta quarta-feira (2), aos 74 anos, em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. O corpo de Gravina será sepultado amanhã, às 10h30, no Cemitério Municipal Campal.

Em 18 de janeiro deste ano, a Justiça condenou Gravina, que era aposentado e acusado de tortura e mortes durante a ditadura militar, a pagar indenização de R$ 1 milhão, a título de dano moral coletivo. A sentença foi dada pela juíza Diana Brunstein, da 7ª Vara Cível Federal de São Paulo, que acolheu pedido do Ministério Público Federal (MPF).

Na sentença, que também condenou os ex-delegados de São Paulo Aparecido Laertes Calandra e David dos Santos Araújo, a juíza destaca que o pedido do MPF apresenta minucioso relato do contexto histórico da ditadura militar no Brasil e das formas de atuação e estrutura do Destacamento de Operações e Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) e da Polícia Civil e comprova a participação deles nos atos de tortura e homicídio, “bem como as graves violações de direitos humanos supostamente praticadas pelos corréus pessoas físicas em relação a cada uma das vítimas citadas”.

Diana Brunstein ressalta ainda a imprescritibilidade de crimes contra a humanidade, das ações declaratórias e da reparação ao patrimônio público. Entre as vítimas dos delegados estão Vladimir Herzog, Manoel Fiel Filho, Hiroaku Torigoe, Carlos Nicolau Danielli, Joaquim Alencar de Seixas, Aluizio Palhano Pedreira Ferreira, Yoshitane Fijimori. De acordo com a juíza, os delegados usaram o poder de forma ilegal, motivo pelo qual deveriam ser responsabilizados civilmente.

A Polícia Civil e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo foram procuradas, mas disseram que não se pronunciam sobre ex-delegados.