Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Prefeituras do Rio e Duque de Caxias firmam parceria para reforçar combate ao crime
Estado
Prefeituras do Rio e Duque de Caxias firmam parceria para reforçar combate ao crime
Republicanos oficializa Garotinho ao Governo do Rio e Crivella ao Senado
Política
Republicanos oficializa Garotinho ao Governo do Rio e Crivella ao Senado
Solidariedade e PRD selam aliança com Paes rumo ao Guanabara
Política
Solidariedade e PRD selam aliança com Paes rumo ao Guanabara
Itamaraty barra diplomatas dos EUA que vinham questionar eleições no Brasil
Brasil
Itamaraty barra diplomatas dos EUA que vinham questionar eleições no Brasil
Bares do Rio e de SP se unem em rede de apoio para salvar o histórico Café Lamas
Rio de Janeiro
Bares do Rio e de SP se unem em rede de apoio para salvar o histórico Café Lamas
Bilhete Único Intermunicipal passa a atender moradores de Petrópolis, Cachoeiras de Macacu e Rio Bonito
Estado
Bilhete Único Intermunicipal passa a atender moradores de Petrópolis, Cachoeiras de Macacu e Rio Bonito
PL oficializa candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto com vice indefinido e apoio de Milei
Política
PL oficializa candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto com vice indefinido e apoio de Milei
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Polícia Civil conclui inquérito sobre queda de avião de Marília Mendonça e responsabiliza pilotos

Siga-nos no

Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Minas Gerais responsabilizou os pilotos pela queda de avião que matou Marília Mendonça e outras quatro pessoas. Como os responsabilizados não sobreviveram e não poderão ser punidos, o caso foi arquivado. A informação foi incluída na conclusão do inquérito sobre o acidente aéreo, que foi apresentada nesta quarta-feira (4). A aeronave caiu em novembro de 2021, em Piedade de Caratinga, região Leste de MG.

Segundo o delegado de Caratinga, Ivan Lopes, a investigação constatou que houve negligência e imprudência por parte do piloto, Geraldo Medeiros, e do copiloto, Tarciso Viana.

Lopes informou que, antes do acidente, não foi feito contato com outros profissionais para a realização do pouso no aeródromo, que era desconhecido pelos pilotos. Este tipo de contato é a conduta comum nesse tipo de procedimento.

A polícia considerou ter havido homicídio culposo (quando não há intenção de matar) triplamente qualificado por parte do piloto e do copiloto, com a extinção da punibilidade devido à morte dos dois tripulantes.

Segundo o delegado, a investigação descartou várias outras possibilidade, como falha mecânica, mal súbito ou até mesmo um possível atentado.

Foto: Reprodução

Em maio deste ano, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira, já havia apresentado um relatório em que descartava falha mecânica e apontava que uma “avaliação inadequada” do piloto contribuiu para o acidente. O delegado explicou à época que não cabe ao Cenipa apontar a autoria, mas, sim, colaborar na prevenção de novos acidentes.

De acordo com o relatório do Cenipa, os cabos de alta tensão estavam abaixo da linha de visão dos pilotos já que, no momento do impacto, a atenção deles estava direcionada para a pista de pouso. Também segundo o documento, os equipamentos de energia tinham baixo contraste com a vegetação do entorno, reduzindo a percepção a grandes distâncias.

No entanto, conforme as investigações, não havia necessidade de sinalização da estrutura, uma vez que a linha de transmissão estava fora da zona de proteção do aeródromo e das superfícies de aproximação ou decolagem e tinha altura inferior a 150 metros – 38,5 metros. Por isso, segundo o Cenipa, “não representava um efeito adverso à segurança”.

Mesmo assim, no dia 1º de setembro, a Cemig, que é a companhia de energia de Minas Gerais, instalou uma esfera de sinalização no cabo de uma torre de distribuição da empresa, onde o avião bimotor caiu.

A instalação da esfera foi uma recomendação, em caráter excepcional, da Cenipa e do Comando Aéreo. De acordo com a Cemig, a recomendação foi atendida mesmo sem que houvesse “um fundamento legal e técnico, conforme reconhecido pelas duas instituições”.