Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
PF analisa milhares de vídeos e amplia investigação envolvendo banqueiro
Brasil
PF analisa milhares de vídeos e amplia investigação envolvendo banqueiro
Alta no querosene de aviação pressiona companhias aéreas
Brasil
Alta no querosene de aviação pressiona companhias aéreas
Servidores do Colégio Pedro II suspendem atividades em protesto
Rio de Janeiro
Servidores do Colégio Pedro II suspendem atividades em protesto
Comunidades de Mangaratiba são convocadas para debate sobre ampliação do Tebig
Costa Verde
Comunidades de Mangaratiba são convocadas para debate sobre ampliação do Tebig
Governo formaliza indicação de Jorge Messias ao STF
Brasil
Governo formaliza indicação de Jorge Messias ao STF
BR-101 deve receber mais de 450 mil veículos no feriado de Páscoa
Estado
BR-101 deve receber mais de 450 mil veículos no feriado de Páscoa
Castra Mais RJ amplia atendimento e chega a novos bairros do Rio
Rio de Janeiro
Castra Mais RJ amplia atendimento e chega a novos bairros do Rio

Hezbollah ameaça Israel e afirma que esta quarta será o “dia de raiva sem precedentes”

Siga-nos no

Imagem: REUTERS/Aziz Taher

O conflito entre o Hamas X Israel terá novos desdobramentos nesta quarta-feira (18), após o grupo radical islâmico libanês Hezbollah anunciar que este será “um dia de raiva sem precedentes” contra Israel.

A ameaça foi divulgada após um bombardeio contra um hospital de Gaza deixar centenas de pessoas mortas, segundo as autoridades palestinas, que responsabilizam Israel pelo ataque aéreo. O governo israelense diz que bombardeio foi disparado pela Jihad Islâmica.

Está previsto também para esta quarta-feira, a visita do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a Israel.

O presidente americano também havia agendado uma reunião com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, mas o encontro foi cancelado após o ataque desta terça-feira.

Nesta quarta-feira, está prevista a visita do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a Israel. No entanto, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, cancelou um encontro agendado com o presidente americano em decorrência do ataque.

Em um comunicado divulgado nesta terça-feira (17), o Hezbollah afirmou: “O ataque revela a verdadeira face criminosa desta entidade e de seu patrocinador… os Estados Unidos, que têm responsabilidade direta e total por este massacre”. O Hamas relatou que pelo menos 500 pessoas foram afetadas após um ataque aéreo atingir o Hospital Baptista Al-Ahli, localizado no centro da cidade de Gaza, nesta terça-feira. O Ministério da Saúde palestino ressaltou que muitas pessoas ainda estão presas sob os escombros.

O comunicado do Hezbollah destaca que se trata de um “novo crime de guerra cometido pela ocupação no bombardeamento do Hospital Al-Ahli Arabi, no centro da Cidade de Gaza, resultando na chegada de dezenas de mártires e feridos ao Complexo Médico Al-Shifa devido ao bombardeamento”, alegando que Israel é responsável pelo ocorrido.

O comunicado ainda acrescenta: “Deve-se notar que o hospital abrigava centenas de pacientes, feridos e pessoas deslocadas de suas casas à força devido aos ataques aéreos”.

O Hamas divulgou um comunicado classificando o ato como “genocídio” e apelando para um fim ao silêncio em relação à agressão e imprudência da ocupação, afirmando que o massacre do Hospital Al-Ahli, localizado no coração da Faixa de Gaza, é um ato genocida.