Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rocinha é a comunidade com maior ocupação irregular em terrenos íngremes no Rio
Rio de Janeiro
Rocinha é a comunidade com maior ocupação irregular em terrenos íngremes no Rio
PF vai avaliar delação de Vorcaro após perícia em celulares
Brasil
PF vai avaliar delação de Vorcaro após perícia em celulares
CPMI do INSS deve ouvir presidente da Dataprev e Leila Pereira
Brasil
CPMI do INSS deve ouvir presidente da Dataprev e Leila Pereira
Mulher é presa por atirar contra casa de Rihanna nos EUA
Famosos
Mulher é presa por atirar contra casa de Rihanna nos EUA
Incêndio atinge galpão em Ramos, Zona Norte do Rio
Destaque
Incêndio atinge galpão em Ramos, Zona Norte do Rio
Ex-ministro de Lula é deportado do Panamá após retenção em aeroporto
Brasil
Ex-ministro de Lula é deportado do Panamá após retenção em aeroporto
‘Boneco do Andaraí’, chefe do tráfico no Morro do Andaraí, morre em confronto com a PM
Rio de Janeiro
‘Boneco do Andaraí’, chefe do tráfico no Morro do Andaraí, morre em confronto com a PM

Brumadinho: 5 anos da maior tragédia humanitária do país

Siga-nos no

Foto: Reprodução

Há cinco anos, centenas de funcionários chegavam à Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, para iniciar mais um dia de trabalho. Eram engenheiros, técnicos administrativos, operadores e seguranças que atuavam numa mina do tamanho de 14 Maracanãs, de onde se extraía anualmente 8,5 milhões de minério de ferro, o que garantia lucros bilionários.

Eles não sabiam, porém, que a cerca de um quilômetro de distância, uma montanha de 86 metros com 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos, o equivalente a 400 mil caminhões pipa, estava em situação de risco.

O rompimento da barragem, que poderia ser evitado segundo as autoridades, se concretizou às 12h28 do dia 25 de janeiro de 2019 e se tornou a maior tragédia humanitária do Brasil, com 270 mortos, inclusive duas grávidas, e a contaminação de mais de 300 quilômetros do Rio Paraopeba, atingindo a população de 26 cidades.

Segundo a investigação sobre o caso, o risco que os funcionários desconheciam era algo sabido pelo alto escalão da Vale S.A, responsável pela mina, e da TÜV SÜD, subsidiária alemã que certificou a segurança da estrutura. Por isso, as duas empresas, além de 16 então diretores, foram denunciados pelo Ministério Público. Depois de cinco anos, entretanto, não houve qualquer condenação criminal.