Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Seppen investiga visita de prefeita de Belford Roxo a Márcio Canella
Baixada Fluminense
Seppen investiga visita de prefeita de Belford Roxo a Márcio Canella
Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 45%; Lula, 44%; cenário indica empate técnico
Destaque
Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 45%; Lula, 44%; cenário indica empate técnico
Papa Leão XIV retoma audiências após cirurgia no pulmão e é recebido com aplausos no papamóvel
Mundo
Papa Leão XIV retoma audiências após cirurgia no pulmão e é recebido com aplausos no papamóvel
Governo RJ cria programa para combater discriminação e ampliar direitos da população LGBTQIA+
Estado
Governo RJ cria programa para combater discriminação e ampliar direitos da população LGBTQIA+
Flávio marca 50% e Lula tem 48% no 2º turno, diz pesquisa Palver
Eleições 2026
Flávio marca 50% e Lula tem 48% no 2º turno, diz pesquisa Palver
Estado lança pacote de editais de R$ 2,7 milhões para apoiar culturas populares com 77 propostas ligadas ao Funk e ao Hip Hop
Cultura
Estado lança pacote de editais de R$ 2,7 milhões para apoiar culturas populares com 77 propostas ligadas ao Funk e ao Hip Hop
OEA envia missão para acompanhar segundo turno das eleições no Brasil
Eleições 2026
OEA envia missão para acompanhar segundo turno das eleições no Brasil
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Brumadinho: 5 anos da maior tragédia humanitária do país

Siga-nos no

Foto: Reprodução

Há cinco anos, centenas de funcionários chegavam à Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, para iniciar mais um dia de trabalho. Eram engenheiros, técnicos administrativos, operadores e seguranças que atuavam numa mina do tamanho de 14 Maracanãs, de onde se extraía anualmente 8,5 milhões de minério de ferro, o que garantia lucros bilionários.

Eles não sabiam, porém, que a cerca de um quilômetro de distância, uma montanha de 86 metros com 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos, o equivalente a 400 mil caminhões pipa, estava em situação de risco.

O rompimento da barragem, que poderia ser evitado segundo as autoridades, se concretizou às 12h28 do dia 25 de janeiro de 2019 e se tornou a maior tragédia humanitária do Brasil, com 270 mortos, inclusive duas grávidas, e a contaminação de mais de 300 quilômetros do Rio Paraopeba, atingindo a população de 26 cidades.

Segundo a investigação sobre o caso, o risco que os funcionários desconheciam era algo sabido pelo alto escalão da Vale S.A, responsável pela mina, e da TÜV SÜD, subsidiária alemã que certificou a segurança da estrutura. Por isso, as duas empresas, além de 16 então diretores, foram denunciados pelo Ministério Público. Depois de cinco anos, entretanto, não houve qualquer condenação criminal.