Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Casos de doenças respiratórias aumentam no Estado do Rio de Janeiro
Saúde
Casos de doenças respiratórias aumentam no Estado do Rio de Janeiro
Terremoto no estado de Guerrero gera alerta a poucos dias da Copa do Mundo
Mundo
Terremoto no estado de Guerrero gera alerta a poucos dias da Copa do Mundo
Governo prorroga inscrições do Enem 2026; prazo vai até 12 de junho
Destaque
Governo prorroga inscrições do Enem 2026; prazo vai até 12 de junho
Humorista Ed Gama é assaltado na Zona Sul do Rio e faz alerta nas redes
Rio de Janeiro
Humorista Ed Gama é assaltado na Zona Sul do Rio e faz alerta nas redes
Águas do Rio realiza manutenção programada no Rio Comprido neste domingo
Rio de Janeiro
Águas do Rio realiza manutenção programada no Rio Comprido neste domingo
Brasil envelhece rápido e pode enfrentar crise no cuidado aos idosos, alerta estudo
Brasil
Brasil envelhece rápido e pode enfrentar crise no cuidado aos idosos, alerta estudo
Vaticano confirma encontro do Papa Leão XIV com vítimas de abusos na Espanha
Mundo
Vaticano confirma encontro do Papa Leão XIV com vítimas de abusos na Espanha
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Desfecho de julgamento sobre porte de maconha é adiado após Toffoli abrir divergência

Siga-nos no

Foto: Reprodução
O Supremo Tribunal Federal (STF) segue a um voto de reconhecer que o porte de maconha para consumo próprio não é crime. Os ministros também debatem critérios objetivos para diferenciar usuários e traficantes. O julgamento será retomado na próxima terça (02/07).
A Lei de Drogas não pune o porte com pena de prisão. Por isso, cinco ministros consideram que esse não é um delito criminal, mas um ilícito administrativo. Votaram a favor da descriminalização os ministros Gilmar Mendes, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Moraes.
Até o momento, prevalece posição de que a dependência é um problema de saúde pública e que os usuários não devem ser tratados como criminosos.
A pena para os usuários deve permanecer a mesma prevista na legislação – advertência sobre os efeitos das drogas e participação em programas ou cursos educativos. Os ministros ainda vão decidir se mantém ou não a prestação de serviços comunitários.
O ministro Dias Toffoli foi o único a se manifestar nesta quinta-feira (20) e abriu uma divergência parcial. O voto foi para manter a legislação como está, com a ressalva de que, na avaliação dele, ela já não criminaliza o usuário.
Critérios para diferenciar usuários de traficantes
A segunda etapa do julgamento gira em torno da quantidade de droga que deve ser usada como parâmetro para distinguir o consumidor do traficante. As propostas apresentadas até o momento vão de 25 a 60 gramas. Uma terceira corrente no STF defende a abertura de prazo para o Congresso e o Executivo estabelecerem um limite.
Esse é um ponto central porque, na avaliação dos ministros, vai ajudar a uniformizar sentenças e a evitar abordagens preconceituosas. Estudos citados no plenário mostram que negros são condenados como traficantes com quantidades menores do que brancos. O grau de escolaridade também gera distorções nas condenações – a tolerância é maior com os mais escolarizados.
“A quantidade vem sendo utilizada, lamentavelmente, como uma forma de discriminação social”, criticou Alexandre de Moraes.