Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Araruama inicia Semana do Meio Ambiente com entrega gratuita de 500 mudas
Costa do Sol
Araruama inicia Semana do Meio Ambiente com entrega gratuita de 500 mudas
Ressaca avança em Macaé e Defesa Civil retira moradores de áreas de risco na Fronteira
Norte Fluminense
Ressaca avança em Macaé e Defesa Civil retira moradores de áreas de risco na Fronteira
Lula diz que principal missão do governo do Rio é combater o crime organizado e punir políticos ligados ao crime
Destaque
Lula diz que principal missão do governo do Rio é combater o crime organizado e punir políticos ligados ao crime
Galvão Bueno se recupera bem após cirurgia na coluna e mantém planos para a Copa
Famosos
Galvão Bueno se recupera bem após cirurgia na coluna e mantém planos para a Copa
Alerj reage ao fim do dinheiro nos ônibus e propõe lei contra recusa de pagamento em espécie
Política
Alerj reage ao fim do dinheiro nos ônibus e propõe lei contra recusa de pagamento em espécie
Idoso é preso no Centro do Rio após furtar celular em loja de Ipanema
Rio de Janeiro
Idoso é preso no Centro do Rio após furtar celular em loja de Ipanema
Polícia prende criminosos do CV suspeitos de envolvimento na explosão de bomba em escola da Baixada
Baixada Fluminense
Polícia prende criminosos do CV suspeitos de envolvimento na explosão de bomba em escola da Baixada
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

‘Ainda estou aqui’, filme indicado ao Oscar, estreia hoje

Siga-nos no

Foto: Divulgação

O filme “Ainda estou aqui” finalmente estreia nesta quinta-feira (07) nos cinemas brasileiros – e é difícil lembrar de um filme nacional que tenha gerado tanta expectativa nos últimos anos.

Mas não é difícil de entender. A adaptação do livro de mesmo nome de Marcelo Rubens Paiva é:

  • a maior chance do país receber mais uma indicação ao Oscar de melhor filme internacional desde “Central do Brasil”, em 1999;
  • o reencontro – mesmo que breve – da grande dupla desse clássico, o diretor Walter Salles e a atriz Fernanda Montenegro;
  • e um aviso sobre as atrações e os perigos de governos autoritários, segundo a protagonista, Fernanda Torres. Assista ao vídeo acima.

Para a atriz de 59 anos, gerações mais jovens não se lembram de como era a ditadura militar. De fato, se for considerado que o regime acabou em 1985, dos millennials em diante ninguém cresceu com a repressão.

“A democracia também não conseguiu resolver a desigualdade, o ensino público, a saúde, a segurança. Eu acho que teve toda uma geração que veio que uma hora começou a pensar: ‘será que o problema não é a democracia?'”, diz Torres.

“Eu tenho certeza que esse cara, que cresceu em um país democrático, com todos os seus problemas, eu digo para ele: ‘Eu juro para você que a democracia é falha, mas é o melhor que temos’.”

“E eu acho que esse filme ajuda a essas pessoas a entenderem o que é viver em um país arbitrário, em um país no qual o governo faz atos tão injustos quanto matar o seu pai, levar sua irmã de 15 anos para um prisão e torturar pessoas.”

Selton Mello, seu principal parceiro de cena, concorda. “É um filme necessário”, afirma o ator.

“Eu não preciso ir muito longe, não. Eu tenho 51 anos. Eu cresci em um ambiente familiar em que eu não tive essa percepção. O meu pai chamava de ‘revolução’. E aí, ator, adulto, é que eu fui entender o que era aquilo. Inclusive para dizer: ‘Pai, não foi uma revolução’.”