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Em sabatina na Faculdade Nacional de Direito, Chapa 3 reforça compromisso com maior valorização profissional, após ausência da Chapa 1

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Foto: Divulgação

Lutar por uma maior valorização profissional de toda a advocacia e proporcionar uma anuidade mais barata sobretudo para advogados em início de carreira. Esses foram alguns dos compromissos reassumidos pela “Chapa 3 – Reviravolta”, durante sabatina realizada na Faculdade Nacional de Direito (FND), nesta quarta-feira (13). Na ocasião, havia previsão de um debate, mas nenhum integrante da Chapa 1 esteve no encontro.

Com o Salão Nobre da FND repleto de alunos e profissionais, os advogados Marcello Oliveira e Angela Kimbangu, candidatos, respectivamente, à presidência e vice-presidência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), responderam perguntas sobre as propostas da Chapa 3, em encontro promovido pelo Centro Acadêmico Cândido de Oliveira (CACO).

Em sua fala, Marcello fez um raio X da categoria, explicando que 72% dos advogados são autônomos, outros 25% se organizam em sociedades de pequeno porte (com 2 ou 3 sócios, no máximo). E, desta forma, com uma maioria de autônomos, se faz ainda mais necessário ter uma estrutura que defenda a advocacia.

“Por isso, a OAB é tão importante. Ela tem que assegurar que o advogado de início de carreira tenha como pagar anuidade. (…) A gente precisa dar condições para que os colegas ganhem seu dinheiro. Além disso, precisamos conectar esse colega com o mercado de trabalho”, destacou o candidato.

Ele ressaltou ainda que é fundamental fazer feiras de emprego, criar redes de relacionamento e apoio aos profissionais. “As pessoas precisam se sentir pertencentes à OAB. Oferecer curso por videoconferência, como se faz hoje, é uma outra coisa, não é mentoria. Precisamos de um programa de inclusão”, disse.

A candidata à vice-presidente da OAB, na Chapa 3, prometeu “pegar firme no Tribunal de Justiça”.

“A cobrança de custas muito altas afastam, sobretudo, os advogados jovens. Por conta disso, há uma dificuldade de se trabalhar. Com anuidades menores, a gente atrai essa advocacia para estar mais dentro da Ordem e ter mais oportunidades”, pontuou Angela.

“Com o advento das cotas, a advocacia está cada vez mais preta, pobre e periférica. A gente entende que os grandes escritórios devem contratar esses jovens para trabalhar nesses escritórios. É por isso que a OAB deve lutar também”, completou.

Ela prometeu não descansar quando o assunto for valorização profissional e foi aplaudida.

“Chegou até nós que tem advogado consumerista fazendo audiência por R$ 10. Isso é muito sério. Vamos procurar saber de onde está partindo isso. Estamos trabalhando para vencer essa eleição, para o bem da advocacia”.