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Na contramão de Niterói, São Gonçalo tem uma das piores posições em ranking de saneamento no Brasil

São Gonçalo aparece em 94º lugar, enquanto a cidade vizinha Niterói está em 3º lugar

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Obras de esgoto no Mutondo Foto: Águas do Rio

O município de São Gonçalo aparece em 94º lugar no Ranking do Saneamento 2025, entre os cem maiores do Brasil, revelando um cenário alarmante em relação ao acesso da população a serviços básicos como água tratada, coleta e tratamento de esgoto. O estudo é elaborado pelo Instituto Trata Brasil, com base em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).

A cidade, que é uma das mais populosas do estado do Rio de Janeiro, está entre as últimas colocações do país, refletindo a crônica falta de investimentos no setor e os impactos negativos na saúde pública e na qualidade de vida dos moradores. O desempenho é ainda mais preocupante quando comparado ao município vizinho, Niterói, que ocupa a 3ª posição nacional, atrás apenas de Campinas e Limeira (SP), e lidera no estado do Rio.

Municípios da Baixada Fluminense também estão mal colocados, como Belford Roxo (96º), Duque de Caxias (90º) e São João de Meriti (88º). No entanto, São Gonçalo se destaca negativamente pelo tamanho de sua população e pela extensão territorial, que agravam os efeitos da precariedade no saneamento.

O levantamento evidencia as desigualdades regionais e serve de alerta para a urgência de ações concretas por parte do poder público. Sem avanços significativos no saneamento, São Gonçalo segue exposta a riscos sanitários, degradação ambiental e perda de oportunidades de desenvolvimento.

Alunos acompanharam as etapas do tratamento do Esgoto na ETE São Gonçalo. Foto: Reprodução

 

 

Concessionária divulga nota

A Águas do Rio vem avançando com obras estruturantes que reforçam o compromisso com a universalização do saneamento. Nos últimos meses, foram implantados mais de 100 km de rede de distribuição de água, beneficiando cerca de 164 mil moradores em diversos bairros. O sistema também ganhou reforço com a instalação de 15 bombas — outras 50 estão previstas até o fim de 2025 — e mais de 30 válvulas controladoras de vazão, tecnologia que melhora o controle da rede e reduz perdas.

No esgotamento sanitário, a concessionária entregou uma nova rede que atende 30 mil pessoas e segue com as obras do sistema de Coleta em Tempo Seco, que irá beneficiar outras 85 mil, ao captar e tratar esgoto lançado irregularmente nos rios.

Esse conjunto de investimentos representa um avanço importante no compromisso da concessionária com a universalização do acesso à água tratada e o saneamento básico para o bem-estar da população gonçalense.

Rio Alcãntara ainda enfrenta despejo de esgoto in natura / Foto: Renan Otto PMSG