Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Incêndio atinge galpão em Ramos, Zona Norte do Rio
Mais Quentes
Incêndio atinge galpão em Ramos, Zona Norte do Rio
Ex-ministro de Lula é deportado do Panamá após retenção em aeroporto
Destaque
Ex-ministro de Lula é deportado do Panamá após retenção em aeroporto
‘Boneco do Andaraí’, chefe do tráfico no Morro do Andaraí, morre em confronto com a PM
Rio de Janeiro
‘Boneco do Andaraí’, chefe do tráfico no Morro do Andaraí, morre em confronto com a PM
Flamengo vence Fluminense nos pênaltis e conquista o 40º título do Carioca
Esportes
Flamengo vence Fluminense nos pênaltis e conquista o 40º título do Carioca
Filho de Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei é nomeado novo líder supremo do Irã
Mundo
Filho de Ali Khamenei, Mojtaba Khamenei é nomeado novo líder supremo do Irã
Cidades pelo Brasil têm atos pelo Dia da Mulher com protestos contra violência de gênero
Brasil
Cidades pelo Brasil têm atos pelo Dia da Mulher com protestos contra violência de gênero
Governo do Estado e prefeitura inauguram a primeira maternidade pública de Belford Roxo
Estado
Governo do Estado e prefeitura inauguram a primeira maternidade pública de Belford Roxo

Lula sanciona lei que reconhece Cais do Valongo como patrimônio histórico-cultural afro-brasileiro

A lei prevê a preservação do espaço e recursos da União, estados, municípios e doações para projetos sobre a história da escravidão no Brasil

Siga-nos no

Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.203, que estabelece o sítio arqueológico do Cais do Valongo como patrimônio histórico-cultural afro-brasileiro essencial à formação da identidade nacional. A medida foi publicada nesta sexta-feira (12/09) no Diário Oficial da União.

O espaço já é Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco desde 2017, devido à sua relevância histórica como principal ponto de desembarque de africanos escravizados no Brasil. A nova lei define diretrizes para proteger o espaço e promover projetos de preservação, educação e divulgação da história da diáspora africana e do tráfico transatlântico de pessoas escravizadas.

Os projetos deverão ser desenvolvidos em parceria com entidades da sociedade civil que atuam na defesa da população negra e coordenados junto à Prefeitura do Rio. Para manutenção e custeio, a lei prevê recursos da União, do governo estadual, do município e de convênios e doações de ONGs ou governos estrangeiros.