Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
A dois dias da eleição, TSE revoga liminar e votos de Garotinho ficam anulados sub judice
Política
A dois dias da eleição, TSE revoga liminar e votos de Garotinho ficam anulados sub judice
Distribuidoras reforçam operação para garantir energia nas eleições
Brasil
Distribuidoras reforçam operação para garantir energia nas eleições
Senado começa a discutir fim da escala 6×1 no dia 6 de outubro
Brasil
Senado começa a discutir fim da escala 6×1 no dia 6 de outubro
TRE-RJ realiza auditorias e distribui urnas na véspera da eleição
Estado
TRE-RJ realiza auditorias e distribui urnas na véspera da eleição
Datafolha: Flávio lidera disputa presidencial no RJ nos dois turnos
Política
Datafolha: Flávio lidera disputa presidencial no RJ nos dois turnos
Chuva deve marcar domingo de votação no Rio; veja a previsão
Rio de Janeiro
Chuva deve marcar domingo de votação no Rio; veja a previsão
Benedita reforça busca pelo segundo voto na reta final da eleição para o Senado
Política
Benedita reforça busca pelo segundo voto na reta final da eleição para o Senado
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Preço da carne recua em agosto, mas deve voltar a subir

Queda foi de apenas 0,43% em agosto e não impactou no bolso do consumidor

Siga-nos no

Reprodução

O preço da carne bovina caiu 0,43% em agosto, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar da sequência de pequenas quedas iniciada no primeiro semestre, o recuo ainda não trouxe alívio ao consumidor e, segundo especialistas, a tendência é de nova alta já nos próximos meses.

O principal motivo é a combinação de exportações aquecidas, maior consumo interno e a previsão de redução no número de bois abatidos até 2027. Atualmente, a carne acumula inflação de 22,17% nos últimos 12 meses.

Entre os cortes mais consumidos, o acém (29,1%), o peito (27,4%) e o músculo (24,6%) lideram a alta de preços. Até cortes de maior valor, como filé-mignon (19,1%) e picanha (12,1%), ficaram mais caros.

Exportações seguem fortes mesmo após tarifaço

Mesmo com o tarifaço imposto pelos Estados Unidos, as exportações brasileiras de carne seguem em alta. O Brasil perdeu os EUA como segundo maior comprador, mas ampliou vendas para China, México, Rússia e Chile.
Segundo a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), o México se destacou, com importações três vezes maiores que no mesmo período de 2024.

Preços devem voltar a subir

Analistas projetam que os preços subam novamente no último trimestre de 2025, período de aumento no consumo interno. Além disso, tanto o Brasil quanto os Estados Unidos devem enfrentar queda na oferta de gado em 2026 e 2027, pressionando ainda mais o mercado.

Carne cada vez mais restrita

Com os preços em alta e a renda estagnada, a carne bovina se torna menos acessível à maioria da população. Segundo especialistas, proteínas mais baratas, como frango e carne suína, devem ganhar ainda mais espaço na mesa do brasileiro.