Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
PM recupera carga de chocolates avaliada em quase R$ 400 mil na Zona Norte
Rio de Janeiro
PM recupera carga de chocolates avaliada em quase R$ 400 mil na Zona Norte
PSD lança Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência
Política
PSD lança Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência
Correios têm baixa adesão a plano de demissão voluntária
Brasil
Correios têm baixa adesão a plano de demissão voluntária
Riocard Mais fecha loja no Terminal de Campo Grande
Rio de Janeiro
Riocard Mais fecha loja no Terminal de Campo Grande
Datafolha: um em cada três brasileiros não acredita que o homem foi à Lua
Geral
Datafolha: um em cada três brasileiros não acredita que o homem foi à Lua
Nova Iguaçu celebra vencedores do Prêmio FENIG Destaque Iguaçuano nesta terça-feira
Nova Iguaçu
Nova Iguaçu celebra vencedores do Prêmio FENIG Destaque Iguaçuano nesta terça-feira
PL recorre ao STF para garantir sucessão na Alerj ao Governo do Rio
Política
PL recorre ao STF para garantir sucessão na Alerj ao Governo do Rio

Informalidade entre jovens de 16 e 17 anos diminui no país, segundo IBGE

Em ano de crescimento recorde, comércio foi o grupo econômico que puxou avanço de trabalho infantil em 2024

Siga-nos no

Reprodução

Em um universo de 1,09 milhão de pessoas com 16 e 17 anos de idade que exerceram atividade econômica no ano passado, 756 mil estava em ocupações informais. O dado mostra uma taxa de informalidade de 69,4%, a menor já registrada pela série histórica apurada pelo IBGE e iniciada em 2016.

Em 2023, o índice era de 73,3%, após ter chegado a um pico de 76,3% em 2022, na sequência à pandemia.

Ao avaliar o avanço do trabalho infantil por grupamento de trabalho, o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas foi aquele que puxou o movimento, somando 359 mil pessoas, ou 43 mil a mais que em 2023. Importante lembrar que, em 2024, o comércio registrou crescimento de 4,7%, a maior alta desde 2012, quando começa a série que mede o desempenho do indicador no IBGE.

Dos jovens em trabalho infantil no ano passado, 30,2% estavam no comércio, ante a 26,6% um ano antes. Agricultura, indústria e alojamento e alimentação registraram recuo, enquanto serviços domésticos subiu de 6,5% para 7,1%.

Ao olhar para os dados por faixas etárias, na de 16 e 17 anos, o contingente no comércio saltou em 30 mil pessoas de um ano para o outro, alcançando 263 mil em 2024. Já na faixa de 14 e 15 anos chama atenção o aumento desses adolescentes em serviços domésticos, com aumento de 19 mil em 2023 para 34 mil no ano passado.

A pesquisa mostra que, em 2024, o trabalho infantil subiu em três das cinco macrorregiões do Brasil: Sul (13,57%), Nordeste (7,25%) e Centro-Oeste (3,37%). No acumulado desde 2016, contudo, todas registram uma redução nos números, com exceção do Centro-Oeste, com alta de 7%. Para o Nordeste, a queda é de 27,1%. O maior contingente de crianças e adolescentes em trabalho infantil por região foi registrado no Nordeste, de 547 mil. Em termos de percentual, porém, a maior fatia de pessoas nessa situação é a do Norte, com 6,2%. A menor é a do Sudeste, 3,3%.