Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Pedágio da ViaLagos pode cair 17% após decisão do TCE-RJ
Estado
Pedágio da ViaLagos pode cair 17% após decisão do TCE-RJ
Hemonúcleo de São Gonçalo promove ação de prevenção ao câncer durante o Outubro Rosa
São Gonçalo
Hemonúcleo de São Gonçalo promove ação de prevenção ao câncer durante o Outubro Rosa
Eleitores não podem ser presos a partir desta terça-feira antes do segundo turno
Eleições 2026
Eleitores não podem ser presos a partir desta terça-feira antes do segundo turno
Governador em exercício afasta PMs após morte de secretário de Queimados na Avenida Brasil
Estado
Governador em exercício afasta PMs após morte de secretário de Queimados na Avenida Brasil
Disque Denúncia divulga cartaz para localizar suspeito de atirar em arqueóloga no Leblon
Rio de Janeiro
Disque Denúncia divulga cartaz para localizar suspeito de atirar em arqueóloga no Leblon
MPF cobra R$ 10 milhões por danos ambientais causados por queda de helicóptero na Vista Chinesa
Estado
MPF cobra R$ 10 milhões por danos ambientais causados por queda de helicóptero na Vista Chinesa
Meta diz ao TSE que tomou medidas para candidaturas serem tratadas de forma igual
Eleições 2026
Meta diz ao TSE que tomou medidas para candidaturas serem tratadas de forma igual
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Meta é alvo de notificação por permitir venda de lacres e rótulos ilegais

A Advocacia-Geral da União deu prazo de 48 horas para que Facebook e Instagram removam conteúdos irregulares.

Siga-nos no

A Advocacia-Geral da União (AGU) notificou a Meta, empresa responsável pelo Facebook e Instagram, para que adote medidas imediatas de bloqueio e remoção de conteúdos e grupos que promovem a venda ilegal de lacres, tampas, rótulos e garrafas de bebidas alcoólicas.
A ação foi conduzida pela Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD).

A Meta recebeu prazo de 48 horas para responder à notificação. Em nota, a AGU alertou que o descumprimento poderá resultar em medidas judiciais nas esferas civil, administrativa e criminal.

A iniciativa foi motivada por reportagem da BBC News Brasil, publicada em 3 de outubro, que revelou a existência de um comércio clandestino desses materiais nas redes sociais — usados para falsificar bebidas contendo metanol, substância altamente tóxica e potencialmente letal.

O caso ocorre em meio a uma onda de intoxicações por metanol em várias regiões do país.
Até o sábado (4), o Ministério da Saúde registrava 209 notificações de envenenamento após consumo de bebidas adulteradas. O segundo óbito foi confirmado pela Prefeitura de São Paulo, enquanto outras 12 mortes suspeitas seguem sendo apuradas.

O governo federal reforça que o comércio ilegal de materiais usados para falsificação de bebidas é crime e coloca em risco a saúde pública, exigindo resposta imediata das plataformas digitais.