Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rio firma parceria com a Light para ampliar pontos de recarga de carros elétricos
Rio de Janeiro
Rio firma parceria com a Light para ampliar pontos de recarga de carros elétricos
Lula promete entregar sigilos ao TSE e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo
Eleições 2026
Lula promete entregar sigilos ao TSE e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo
Trabalha Rio oferece atendimento gratuito em quatro bairros nesta semana
Empregos
Trabalha Rio oferece atendimento gratuito em quatro bairros nesta semana
Ronaldo Fenômeno integra grupo que compra 80% da Inter de Limeira
Esportes
Ronaldo Fenômeno integra grupo que compra 80% da Inter de Limeira
PM retira seis toneladas de barricadas em comunidades de Madureira
Rio de Janeiro
PM retira seis toneladas de barricadas em comunidades de Madureira
André Janones apresenta melhora e poderá receber alta em até 48 horas
Política
André Janones apresenta melhora e poderá receber alta em até 48 horas
Número de eleitores indecisos mais que dobra a seis dias da eleição
Eleições 2026
Número de eleitores indecisos mais que dobra a seis dias da eleição
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Andares da UFRJ no prédio cenário da empresa de Odete Roitman vão a leilão

Os andares serão colocados em leilão no dia 7 de novembro, com lance mínimo de R$ 251 milhões.

Siga-nos no

Reprodução

O prédio espelhado de 34 andares no Centro do Rio de Janeiro, que ficou famoso ao aparecer na novela Vale Tudo como sede da empresa fictícia TCA, de Odete Roitman, vai ganhar um novo capítulo na vida real.

Onze andares do edifício pertencem à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e serão colocados em leilão no dia 7 de novembro, com lance mínimo de R$ 251 milhões.

A diferença é que o valor da venda não será pago em dinheiro: a empresa vencedora do leilão vai investir o equivalente em obras e reformas em diferentes campi da universidade — um modelo que o reitor da UFRJ, Roberto Medronho, descreve como “uma espécie de escambo”.

Nos 11 andares pertencentes à UFRJ funciona parte da Escola de Música — a mais antiga do Brasil. Mas a maior parte do espaço está desocupada.

Segundo a universidade, o custo de manutenção é alto: só de condomínio são cerca de R$ 5 milhões por ano.

Além disso, o prédio moderno não oferece condições ideais para o funcionamento de uma escola de música, como o isolamento acústico adequado.