Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Assessor de Vini Jr. e Lucas Paquetá é baleado em tentativa de assalto no Rio
Rio de Janeiro
Assessor de Vini Jr. e Lucas Paquetá é baleado em tentativa de assalto no Rio
PF apreende R$ 400 mil em espécie com empresário em Campos dos Goytacazes
Noroeste Fluminense
PF apreende R$ 400 mil em espécie com empresário em Campos dos Goytacazes
Datafolha: Distância entre Lula e Flávio Bolsonaro encurta e indica empate técnico
Política
Datafolha: Distância entre Lula e Flávio Bolsonaro encurta e indica empate técnico
Procons lançam protocolo “Não é Não” em bares e casas noturnas
Brasil
Procons lançam protocolo “Não é Não” em bares e casas noturnas
Agora é lei: Concessionárias do Rio deverão ressarcir consumidores por falta de água e luz
Rio de Janeiro
Agora é lei: Concessionárias do Rio deverão ressarcir consumidores por falta de água e luz
RioLuz lança Projeto Crias da Luz para formar agentes de iluminação pública no Rio
Rio de Janeiro
RioLuz lança Projeto Crias da Luz para formar agentes de iluminação pública no Rio
Envolvidos na morte do advogado Rodrigo Crespo são condenados a 30 anos de prisão
Rio de Janeiro
Envolvidos na morte do advogado Rodrigo Crespo são condenados a 30 anos de prisão

Justiça proíbe Estado do Rio de queimar drogas sem licença ambiental

Decisão, em ação do MPRJ, também obriga o INEA a fiscalizar previamente os locais de incineração de entorpecentes

Siga-nos no

Reprodução

A Justiça determinou que o Estado se abstenha de utilizar instalações sem licença ambiental para a incineração de entorpecentes. A sentença, proferida pela 2ª Vara da Comarca de Rio Bonito, atendeu a um pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Itaboraí.

Além de proibir o uso de locais irregulares, a decisão também condena o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) a realizar fiscalização ambiental prévia em todos os espaços utilizados para a queima de drogas apreendidas. O objetivo é garantir que esses locais cumpram integralmente as exigências ambientais.

Segundo a sentença, o Estado deverá comprovar que os locais destinados à incineração possuem todas as licenças, autorizações e alvarás necessários, além de instrumentos adequados para medir e controlar a emissão de gases poluentes.

A ação civil pública proposta pelo MPRJ apontou omissão do poder público diante da realização de uma atividade considerada potencialmente poluidora sem a devida licença ambiental.

Para o promotor de Justiça Tiago Veras, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Itaboraí, a decisão representa uma vitória em prol da proteção ambiental e da saúde coletiva.