Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Papa Leão XIV retoma audiências após cirurgia no pulmão e é recebido com aplausos no papamóvel
Mundo
Papa Leão XIV retoma audiências após cirurgia no pulmão e é recebido com aplausos no papamóvel
Governo RJ cria programa para combater discriminação e ampliar direitos da população LGBTQIA+
Estado
Governo RJ cria programa para combater discriminação e ampliar direitos da população LGBTQIA+
Flávio marca 50% e Lula tem 48% no 2º turno, diz pesquisa Palver
Eleições 2026
Flávio marca 50% e Lula tem 48% no 2º turno, diz pesquisa Palver
Estado lança pacote de editais de R$ 2,7 milhões para apoiar culturas populares com 77 propostas ligadas ao Funk e ao Hip Hop
Cultura
Estado lança pacote de editais de R$ 2,7 milhões para apoiar culturas populares com 77 propostas ligadas ao Funk e ao Hip Hop
OEA envia missão para acompanhar segundo turno das eleições no Brasil
Eleições 2026
OEA envia missão para acompanhar segundo turno das eleições no Brasil
Polícia faz operação em clínica de estética investigada após três mortes em Laranjeiras
Rio de Janeiro
Polícia faz operação em clínica de estética investigada após três mortes em Laranjeiras
Pesquisa Meio/Ideia mostra empate técnico, dentro da margem de erro, entre Lula e Flávio Bolsonaro
Eleições 2026
Pesquisa Meio/Ideia mostra empate técnico, dentro da margem de erro, entre Lula e Flávio Bolsonaro
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Congresso perde prazo e mudança no Código Eleitoral fica para 2028

As regras do pleito deveriam ter sido aprovadas e sancionadas até 4 de outubro, mas ficaram paradas no Senado

Siga-nos no

Reprodução

O Congresso Nacional não votou o Novo Código Eleitoral a tempo de valer para as próximas eleições. As regras do pleito deveriam ter sido aprovadas e sancionadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) até 4 de outubro, mas ficaram paradas no Senado sem chegar ao plenário por falta de acordo. Com isso, as próximas eleições serão regidas pelas regras de 2024 e as recentes alterações na Lei da Ficha Limpa.

Com cerca de 900 artigos, o substitutivo do relator Marcelo Castro (MDB-PI) chegou a ser aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em 20 de agosto, onde a oposição aliada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) articulou a inclusão de propostas, como voto impresso e regras mais brandas para divulgação de informações inverídicas.

Com a aprovação, o presidente do colegiado, senador Otto Alencar (PSD-BA), chegou a apresentar requerimento de urgência para que o Código Eleitoral tenha tramitação mais ágil e chegue ao plenário ante o cronograma apertado. Não funcionou. O texto não foi pautado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

A demora é reflexo da falta de acordo envolvendo o texto. Os líderes partidários acreditaram ser possível derrubar o voto impresso no plenário, mas, para isso, precisariam de mais tempo para garantir a articulação, o que não foi possível diante do prazo.

Além do voto impresso imposto pela oposição, a bancada feminina conseguiu incluir, por meio de um destaque (o voto de uma emenda em separado), a obrigatoriedade de os partidos reservarem ao menos 30% das candidaturas em eleições proporcionais para mulheres e de recursos do fundo eleitoral.

A proposta também não é consenso no Senado. Alcolumbre, inclusive, já se manifestou publicamente contra a reserva de vagas para mulheres como um mecanismo de inclusão.

Por ser proveniente da Câmara dos Deputados, o relatório de Marcelo Castro ainda deveria ser referendado pelos 513 deputados, o que desanimou ainda mais os senadores a darem celeridade à proposta.