Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
TRE-RJ recalcula hoje votos da eleição de 2022 após cassação de Bacellar
Política
TRE-RJ recalcula hoje votos da eleição de 2022 após cassação de Bacellar
Ponte Rio-Niterói deve ter cerca de 1 milhão de veículos circulando no feriadão
Estado
Ponte Rio-Niterói deve ter cerca de 1 milhão de veículos circulando no feriadão
Jair Bittencourt pede exoneração do cargo de secretário estadual de Governo
Política
Jair Bittencourt pede exoneração do cargo de secretário estadual de Governo
Justiça autoriza argentina ré por racismo a deixar o Brasil
Rio de Janeiro
Justiça autoriza argentina ré por racismo a deixar o Brasil
Trump cogita encerrar guerra contra o Irã mesmo sem liberar Estreito de Ormuz
Mundo
Trump cogita encerrar guerra contra o Irã mesmo sem liberar Estreito de Ormuz
Moraes marca interrogatório de Eduardo Bolsonaro para 14 de abril
Brasil
Moraes marca interrogatório de Eduardo Bolsonaro para 14 de abril
Polícia investiga circunstâncias do atropelamento de mãe e filho na Tijuca
Rio de Janeiro
Polícia investiga circunstâncias do atropelamento de mãe e filho na Tijuca

Câmara Municipal de Niterói repudia atos ilegítimos de suplente Raphael Costa

Casa afirmou que moções distribuídas por administrador regional não têm validade oficial e encaminhou o caso à Comissão de Ética

Siga-nos no

reprodução

A Câmara Municipal de Niterói divulgou uma nota oficial nesta segunda-feira (13) sobre o caso envolvendo Raphael Costa, suplente de vereador e administrador regional de Icaraí. Ele distribuiu moções públicas durante a sessão da última quarta-feira (8) como se estivesse em exercício do mandato, o que gerou questionamentos entre os parlamentares.

O presidente da sessão, Beto da Pipa (MDB), esclareceu que as moções são documentos oficiais de competência exclusiva dos vereadores em exercício. Diante da repercussão, a Câmara confirmou que Raphael Costa não ocupava o cargo desde 17 de fevereiro de 2025.

Em nota, a Casa do Povo afirmou não reconhecer as homenagens entregues, classificando-as como “não oficiais e ilegítimas”. O texto também destacou que o suplente não tinha autorização para utilizar o brasão ou a identidade institucional da Câmara.

O caso foi encaminhado à Comissão Permanente de Ética e Decoro, que deve analisar a conduta do administrador. A Câmara reforçou o compromisso com a legalidade e informou que os homenageados receberão novas moções de forma oficial.