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Irmã de pastor morto no Chapadão lamenta: ‘Até quando as pessoas vão sofrer assim?’

Eduardo de Oliveira Santos, de 45 anos, foi baleado durante operação policial; família cobra Justiça e critica a ação da PM

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Familiares do pastor Eduardo de Oliveira Santos, de 45 anos, estiveram no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro do Rio, nesta terça-feira (21), para reconhecer e liberar o corpo. Ele foi baleado durante uma operação policial no Complexo do Chapadão, na Zona Norte, na segunda-feira (20). Segundo a irmã da vítima, Tatiane Oliveira, o pastor havia ido visitá-la quando foi atingido.

Tatiane contou que tentou se aproximar do irmão após ouvir os disparos, mas não conseguiu devido à intensidade do tiroteio. “Meu irmão me viu, pegou a bicicleta e veio ao meu encontro. Quando olhei para trás, ele já estava deitado no chão e disse: ‘Tati, fui atingido’. Tentei chegar até ele, mas continuaram atirando”, relatou, emocionada. A costureira afirmou ainda que Eduardo era um homem trabalhador e religioso, e cobrou a identificação do autor do disparo.

De acordo com a Polícia Militar, agentes do 41º BPM (Irajá) realizavam uma operação para reprimir disputas territoriais e roubos de veículos quando foram atacados por criminosos, dando início a um confronto. Após o tiroteio, os policiais souberam que Eduardo havia sido levado à UPA de Ricardo de Albuquerque, mas ele não resistiu. Moradores da região protestaram após o ocorrido, e três ônibus foram sequestrados e usados como barricadas.

O caso foi registrado na 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e será investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Nesta terça-feira (21), a PM voltou ao Chapadão em uma nova operação, que resultou na prisão de seis pessoas, além da apreensão de quatro fuzis, uma pistola, drogas e veículos roubados.