Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Prefeitura de Niterói dá início a obras na Alameda São Boa Ventura
Niterói
Prefeitura de Niterói dá início a obras na Alameda São Boa Ventura
Prefeitura testa integração de ônibus na Baixada com integração ao BRT
Estado
Prefeitura testa integração de ônibus na Baixada com integração ao BRT
Novo presidente do Rioprevidência ignorou alertas do TCE sobre Master
Destaque
Novo presidente do Rioprevidência ignorou alertas do TCE sobre Master
Prêmio da Mega-Sena acumula e vai a R$ 144 milhões
Geral
Prêmio da Mega-Sena acumula e vai a R$ 144 milhões
Polícia conclui investigação sobre a morte do cão Orelha
Brasil
Polícia conclui investigação sobre a morte do cão Orelha
Oruam é considerado foragido após descumprir monitoramento eletrônico
Estado
Oruam é considerado foragido após descumprir monitoramento eletrônico
Pesquisa mostra que 72% da população mundial vive sob regimes autoritários
Mundo
Pesquisa mostra que 72% da população mundial vive sob regimes autoritários

Programa de reforma de casas pode injetar R$ 52,9 bi no PIB, aponta FGV

Estudo calcula também aumento de R$ 19,6 bi na arrecadação de impostos

Siga-nos no

Reprodução

O programa Reforma Casa Brasil, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pode adicionar R$ 52,9 bilhões ao PIB e elevar a arrecadação de impostos em R$ 19,6 bilhões, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Voltado à classe média, o programa prevê R$ 40 bilhões em crédito habitacional para reformas e ampliações de residências.

Os pesquisadores da FGV explicam que o impacto estimado considera efeitos diretos, indiretos e induzidos sobre a economia, especialmente no setor da construção civil e em sua cadeia produtiva. O estudo estima que, se os R$ 40 bilhões forem liberados em um único ano, o PIB da construção pode crescer R$ 17,7 bilhões, o equivalente a 4,9% do total setorial projetado para 2024.

A coordenadora de Projetos da Construção no Ibre/FGV, Ana Maria Castelo, afirmou que o programa pode gerar emprego e renda, além de movimentar indústrias de materiais e o comércio. Ela pondera, contudo, que o sucesso da iniciativa dependerá da disponibilidade de mão de obra qualificada, apontada hoje como o principal gargalo do setor.

A pesquisadora destacou ainda que 27,6 milhões de domicílios brasileiros apresentam algum tipo de inadequação estrutural, segundo dados da Fundação João Pinheiro. Para ela, o programa tem potencial de reduzir esse déficit habitacional, desde que seja acompanhado de políticas para capacitação profissional e acompanhamento da execução dos recursos.