Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Assessor de Vini Jr. e Lucas Paquetá é baleado em tentativa de assalto no Rio
Rio de Janeiro
Assessor de Vini Jr. e Lucas Paquetá é baleado em tentativa de assalto no Rio
PF apreende R$ 400 mil em espécie com empresário em Campos dos Goytacazes
Noroeste Fluminense
PF apreende R$ 400 mil em espécie com empresário em Campos dos Goytacazes
Datafolha: Distância entre Lula e Flávio Bolsonaro encurta e indica empate técnico
Política
Datafolha: Distância entre Lula e Flávio Bolsonaro encurta e indica empate técnico
Procons lançam protocolo “Não é Não” em bares e casas noturnas
Brasil
Procons lançam protocolo “Não é Não” em bares e casas noturnas
Agora é lei: Concessionárias do Rio deverão ressarcir consumidores por falta de água e luz
Rio de Janeiro
Agora é lei: Concessionárias do Rio deverão ressarcir consumidores por falta de água e luz
RioLuz lança Projeto Crias da Luz para formar agentes de iluminação pública no Rio
Rio de Janeiro
RioLuz lança Projeto Crias da Luz para formar agentes de iluminação pública no Rio
Envolvidos na morte do advogado Rodrigo Crespo são condenados a 30 anos de prisão
Rio de Janeiro
Envolvidos na morte do advogado Rodrigo Crespo são condenados a 30 anos de prisão

Violência interrompe atividades em 487 escolas e creches do Rio em 2025

Mais de 160 mil alunos foram afetados por confrontos e operações policiais, segundo levantamento da Secretaria Municipal de Educação

Siga-nos no

Reprodução

Um levantamento da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-Rio) apontou que 487 escolas, creches públicas e conveniadas tiveram suas atividades impactadas pela violência entre 5 de fevereiro e 17 de outubro de 2025. O número representa 33% das unidades da rede municipal.

De acordo com os dados, 163 mil estudantes — o equivalente a 23% do total de matriculados — foram afetados por confrontos armados e operações policiais no período. O resultado é 3% menor do que o registrado em 2024, quando 180 mil alunos tiveram as aulas suspensas ao longo do ano letivo.

A secretaria informou que atua em parceria com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) na implementação do Programa Acesso, voltado a escolas localizadas em áreas de risco. O projeto busca minimizar os impactos da violência armada sobre a rotina escolar, oferecendo orientações de segurança e apoio psicológico a estudantes e profissionais.

Segundo a SME, o protocolo vigente determina que, em situações de confronto, sejam feitos contatos com os órgãos de segurança pública a partir das 5h da manhã, para definir a manutenção ou suspensão das atividades presenciais, visando garantir a integridade de alunos e funcionários.