Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
PT assina pedido de CPI sobre Lulinha e desafia aliados de Flávio Bolsonaro
Política
PT assina pedido de CPI sobre Lulinha e desafia aliados de Flávio Bolsonaro
André Janones recebe alta após ser internado com arritmia cardíaca
Brasil
André Janones recebe alta após ser internado com arritmia cardíaca
André Mendonça será relator de ação sobre proposta de Lula para divulgar sigilos de candidatos
Brasil
André Mendonça será relator de ação sobre proposta de Lula para divulgar sigilos de candidatos
Lula anuncia envio de PEC para garantir transporte público gratuito aos finais de semana
Brasil
Lula anuncia envio de PEC para garantir transporte público gratuito aos finais de semana
Mulher diz à polícia que secretário morto por PMs havia bebido em quiosque na Barra
Rio de Janeiro
Mulher diz à polícia que secretário morto por PMs havia bebido em quiosque na Barra
Liesa divulga capa do álbum dos sambas-enredo do Carnaval 2027
Carnaval
Liesa divulga capa do álbum dos sambas-enredo do Carnaval 2027
Lula pede ao TSE abertura de sigilos e condiciona divulgação a decisão de Flávio Bolsonaro
Eleições 2026
Lula pede ao TSE abertura de sigilos e condiciona divulgação a decisão de Flávio Bolsonaro
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Lula ficou ‘estarrecido’ com número de mortos no Rio, diz Lewandowski

GLO não foi discutida em reunião no Alvorada.

Siga-nos no

Reprodução

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta quarta-feira (29) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou “estarrecido” com o número de mortos na megaoperação contra o crime organizado realizada nesta terça (28), no Rio de Janeiro. A ação, que mirou a facção Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha, deixou ao menos 121 mortos — o maior saldo já registrado em uma operação policial no estado.

Segundo Lewandowski, o presidente foi informado sobre o caso assim que retornou de viagem à Ásia e discutiu o tema em reunião com ministros no Palácio da Alvorada. Após o encontro, o ministro descreveu a operação como “extremamente cruenta e violenta” e ressaltou que a responsabilidade pela segurança pública é dos governos estaduais. Ele também afirmou que o governo federal pretende fortalecer a cooperação entre as forças de segurança.

Lewandowski afirmou ainda que Lula se surpreendeu com a falta de comunicação oficial sobre a operação, que não foi informada ao governo federal. O ministro descartou, por ora, a adoção de uma Garantia da Lei e da Ordem (GLO), medida que permitiria o uso das Forças Armadas, alegando que essa decisão é de competência exclusiva do presidente e precisa ser solicitada pelo governador. “Trata-se de uma medida excepcionalíssima”, declarou.

Durante a coletiva, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, informou que a PF foi procurada apenas em nível operacional e que optou por não participar da ação, por considerá-la “não razoável” e fora dos padrões da corporação. Segundo o governo federal, equipes da Força Nacional e peritos foram colocados à disposição do Rio para auxiliar nas investigações e na identificação das vítimas.

Na tarde desta quarta (29), Lula decidiu enviar apenas dois ministros para a reunião com o governador Cláudio Castro (PL): Ricardo Lewandowski, da Justiça, e Macaé Evaristo, dos Direitos Humanos, além de um representante da Polícia Federal. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, que havia proposto o encontro, não irá — ele viaja a Belém para compromissos ligados à COP30. A decisão foi tomada pelo presidente após a reunião no Alvorada.