Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Trump descarta uso da força sobre a Groenlândia, mas pressiona por negociação imediata
Mundo
Trump descarta uso da força sobre a Groenlândia, mas pressiona por negociação imediata
Anac quer limitar responsabilização de áreas em casos de atraso e cancelamento de voos
Destaque
Anac quer limitar responsabilização de áreas em casos de atraso e cancelamento de voos
Espetáculo infantil discute saúde mental e sustentabilidade na Zona Sul do Rio
Cultura
Espetáculo infantil discute saúde mental e sustentabilidade na Zona Sul do Rio
Maracanã lidera ranking de estádios mais “intimidadores” do Brasil em 2026, diz estudo
Esportes
Maracanã lidera ranking de estádios mais “intimidadores” do Brasil em 2026, diz estudo
Pesquisa aponta que Lula lidera em todos os cenários para as eleições 2026
Política
Pesquisa aponta que Lula lidera em todos os cenários para as eleições 2026
Psol aciona STF contra ‘gratificação faroeste’ a policiais e alerta para risco de estímulo à letalidade
Política
Psol aciona STF contra ‘gratificação faroeste’ a policiais e alerta para risco de estímulo à letalidade
Ação integrada de ordenamento na Avenida Brasil retira mais de 17 toneladas de objetos acumulados
Rio de Janeiro
Ação integrada de ordenamento na Avenida Brasil retira mais de 17 toneladas de objetos acumulados

Quaest: Para 52%, operação policial no Rio não aumentou sensação de segurança

Levantamento Quaest mostra que, apesar de aprovada, a ação deixou a maioria da população mais insegura

Siga-nos no

Reprodução

Pesquisa Quaest divulgada neste domingo (2) indica que, embora 64% dos moradores do estado do Rio de Janeiro considerem a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha bem-sucedida, 52% afirmam se sentir mais inseguros após a ação. Apenas 35% relataram aumento na sensação de segurança, enquanto 13% não souberam responder.

O estudo aponta que a sensação de insegurança é mais intensa entre as mulheres, com 60% relatando medo, contra 44% dos homens. A faixa etária mais jovem também se sente mais vulnerável (61%), seguida pelos idosos com 51 anos ou mais (53%) e pelo grupo de 31 a 50 anos (48%).

A megaoperação, que terminou com 121 mortos, incluindo quatro policiais, foi amplamente divulgada e conhecida por 98% dos entrevistados. Apesar do impacto e da cobertura midiática, 87% da população percebe o estado do Rio de Janeiro como inserido em uma situação de guerra, enquanto 74% temem uma reação do crime organizado à ação.

A pesquisa também mostra que 62% dos moradores acreditam que a Polícia Militar não tem capacidade de combater o crime organizado sozinha, e 48% avaliam que os policiais e as facções criminosas estão igualmente preparados para confrontos armados, o que evidencia a percepção de vulnerabilidade e desigualdade no enfrentamento do crime.

Além disso, 53% dos entrevistados consideram que o governo federal não tem ajudado no combate às organizações criminosas, e 24% avaliam que a ajuda tem sido pouca. Apenas 14% acreditam em assistência efetiva da União, reforçando a percepção de distanciamento entre Brasília e a realidade da segurança pública no Rio de Janeiro.