Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Entretenimento
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Estado
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Política
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Brasil
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Política
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
Rio de Janeiro
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Gilmar Mendes diz que operações seguirão “parciais” sem plano efetivo de segurança

Ministro do STF afirma que ações policiais precisam ser planejadas e com critérios claros para evitar abusos

Siga-nos no

Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou neste domingo (2) que, sem um plano efetivo de reocupação de áreas dominadas por facções e milícias, as operações policiais continuarão sendo “parciais” e “insustentáveis”. A declaração foi feita nas redes sociais dias após a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro.

A ação, que terminou com 121 mortos, reacendeu o debate sobre os limites da política de segurança pública e o papel das forças policiais nas favelas. Segundo Gilmar, é preciso combater o crime organizado sem transformar as comunidades em “campos de guerra” e garantir o direito dos moradores de viver sem medo.

O ministro destacou que o STF, ao julgar a ADPF das Favelas, não proibiu operações policiais, mas determinou que elas sejam planejadas, proporcionais e transparentes. O objetivo, segundo ele, é reduzir mortes e proteger vidas, tanto de civis quanto de agentes públicos.

Gilmar também lembrou que o Supremo reconheceu falhas estruturais na política de segurança do Rio e determinou medidas como o uso de câmeras, ambulâncias em ações de risco e restrições a incursões próximas de escolas e hospitais. A Corte ainda ordenou a criação de um plano permanente de reocupação das áreas sob controle do crime.

Para o ministro, a implementação desse plano é essencial para romper o ciclo de violência e abandono nas comunidades fluminenses. “Enquanto isso não sair do papel, o resultado dessas incursões continuará sendo apenas parcial e insustentável”, escreveu.