Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório e ação no STF avança
Brasil
Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório e ação no STF avança
Furto de cabos de trânsito já gera prejuízo de R$ 2 milhões no Rio em 2026
Rio de Janeiro
Furto de cabos de trânsito já gera prejuízo de R$ 2 milhões no Rio em 2026
Alerj convoca reunião de líderes para definir eleição da presidência
Política
Alerj convoca reunião de líderes para definir eleição da presidência
Lula sanciona novo Plano Nacional de Educação com metas para a próxima década
Brasil
Lula sanciona novo Plano Nacional de Educação com metas para a próxima década
Governo adia regulamentação de aplicativos por falta de consenso
Brasil
Governo adia regulamentação de aplicativos por falta de consenso
Operação Lei Seca autua 285 motoristas por alcoolemia no fim de semana no RJ
Estado
Operação Lei Seca autua 285 motoristas por alcoolemia no fim de semana no RJ
Pesquisa CNT aponta Lula à frente de Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno
Política
Pesquisa CNT aponta Lula à frente de Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno

Corpo encontrado com tiro no rosto não é de “Japinha do CV”, diz polícia

ovem conhecida como “Penélope” ou “Japinha do CV” não está entre as vítimas identificadas da megaoperação que deixou mais de 120 mortos na Região Metropolitana do Rio

Siga-nos no

Reprodução

A polícia confirmou nesta segunda-feira (3) que o corpo encontrado com roupa camuflada e colete tático durante a megaoperação na Região Metropolitana do Rio de Janeiro não pertence à jovem conhecida como “Penélope” ou “Japinha do CV”. A mulher, apontada como integrante do Comando Vermelho, não aparece na lista oficial de mortos divulgada pela Polícia Civil.

De acordo com áudios obtidos pela coluna Na Mira, o corpo seria de um homem ainda não identificado. As autoridades reforçaram que, entre os 115 mortos oficialmente reconhecidos, não há mulheres. O paradeiro da “Japinha do CV” permanece desconhecido.

A jovem ganhou notoriedade nas redes sociais após circular uma imagem em que ela aparecia armada e vestida com uniforme militar. Após a operação, começaram a ser compartilhadas fotos de um corpo com o rosto desfigurado, atribuídas falsamente a ela. A Polícia Civil nunca confirmou a morte, e familiares chegaram a pedir o fim da disseminação das imagens.

A megaoperação, considerada a mais letal da história do país, foi realizada para conter o avanço do Comando Vermelho e cumprir mandados de prisão nas comunidades do Alemão e da Penha. Segundo a Polícia Civil, entre os mortos identificados, 59 tinham mandados de prisão e pelo menos 97 possuíam histórico criminal. A investigação sobre as circunstâncias das mortes segue sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital, com acompanhamento do Ministério Público.