Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Rio de Janeiro
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Ex-ministros da Justiça enviam carta a Lula com críticas à operação no Rio

Documento questiona alta letalidade da Operação Contenção e propõe criação de Secretaria Especial para o Rio

Siga-nos no

Reprodução

Cinco ex-ministros da Justiça enviaram uma carta aberta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva com críticas à Operação Contenção, que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro. No texto, eles classificam a ação como “mal preparada e mal explicada”, afirmando que o confronto colocou as forças policiais “contra a totalidade da população ali residente e não apenas contra grupos faccionados”.

O documento é assinado por Nelson Jobim, Miguel Reale Jr., Aloysio Nunes e José Carlos Dias, que chefiaram o ministério no governo Fernando Henrique Cardoso, e por Tarso Genro, que ocupou o cargo durante a gestão de Lula. Os ex-ministros afirmam que as incursões sistemáticas nas comunidades já se mostraram, ao longo de quatro décadas, “inadequadas para enfrentar as facções criminosas”.

Eles também criticam a letalidade da operação e ressaltam que “o fato de ter antecedente criminal não expressa — num Estado Democrático de Direito — licença para a eliminação sumária de quem quer que seja”. A carta destaca a necessidade de uma mudança de abordagem nas políticas de segurança pública.

No final, os ex-ministros sugerem que Lula assuma diretamente a condução da crise no Rio, criando uma Secretaria Especial da Presidência com prerrogativas ministeriais para tratar do tema. O governo fluminense ainda não se manifestou sobre o conteúdo do documento.