Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Queda de energia afeta circulação de todos os ramais de trem no Rio
Rio de Janeiro
Queda de energia afeta circulação de todos os ramais de trem no Rio
Virginia Fonseca deixa posto de rainha de bateria da Grande Rio
Carnaval
Virginia Fonseca deixa posto de rainha de bateria da Grande Rio
Barcas adiam restrição a patinetes e ciclomotores após confusão nas estações
Estado
Barcas adiam restrição a patinetes e ciclomotores após confusão nas estações
Assaí abre cerca de 340 vagas de emprego em cidades do Rio de Janeiro
Empregos
Assaí abre cerca de 340 vagas de emprego em cidades do Rio de Janeiro
Fachin defende sigilo de fonte e anuncia análise de decisão de Moraes pelo plenário do STF
Brasil
Fachin defende sigilo de fonte e anuncia análise de decisão de Moraes pelo plenário do STF
TV Globinho está de volta em edição especial do Criança Esperança
Entretenimento
TV Globinho está de volta em edição especial do Criança Esperança
TRE-RJ inicia plantão especial para as Eleições 2026
Política
TRE-RJ inicia plantão especial para as Eleições 2026
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Agente da PRF será julgado por morte de menina de 3 anos no Arco Metropolitano

Fabiano Menacho Ferreira vai a júri popular por homicídio qualificado e tentativas de homicídio em abordagem que matou Heloísa dos Santos Silva, em 2023

Siga-nos no

Reprodução

A Justiça Federal determinou que o agente da Polícia Rodoviária Federal Fabiano Menacho Ferreira seja levado a júri popular pela morte da menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos. A criança foi baleada na cabeça durante uma abordagem no Arco Metropolitano, em 2023.

O policial vai responder por homicídio qualificado, tentativas de homicídio e fraude processual. Ele admitiu ter feito os disparos que atingiram o carro da família, o que foi confirmado por perícia balística. Nenhuma arma foi encontrada no veículo.

Os agentes afirmaram que o carro foi parado porque a placa constava como roubada no sistema da PRF. A investigação comprovou que o registro era real, mas nem o pai de Heloísa nem o antigo dono sabiam da irregularidade.

A defesa do policial alegou legítima defesa putativa, quando o agente acredita reagir a uma ameaça, mas o argumento foi rejeitado pela Justiça Federal. Outros dois policiais que participaram da ação tiveram o processo trancado.

A PRF informou que o processo administrativo disciplinar sobre o caso segue em sigilo até a conclusão. A defesa de Fabiano Menacho não respondeu aos contatos da imprensa.