Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Acidente entre duas carretas causa lentidão na BR-101, em São Gonçalo
São Gonçalo
Acidente entre duas carretas causa lentidão na BR-101, em São Gonçalo
Brasil e EUA intensificam negociações para evitar tarifas comerciais
Brasil
Brasil e EUA intensificam negociações para evitar tarifas comerciais
Rio alcança menor taxa de abandono escolar da história da rede municipal
Rio de Janeiro
Rio alcança menor taxa de abandono escolar da história da rede municipal
Maioria dos pré-candidatos ainda busca nome para vice a menos de três meses da eleição
Política
Maioria dos pré-candidatos ainda busca nome para vice a menos de três meses da eleição
Fies abre inscrições para quase 45 mil vagas de financiamento estudantil no segundo semestre
Brasil
Fies abre inscrições para quase 45 mil vagas de financiamento estudantil no segundo semestre
Eduardo Paes recebe honraria em cerimônia na Câmara Municipal
Política
Eduardo Paes recebe honraria em cerimônia na Câmara Municipal
Faetec abre inscrições para 15 mil vagas em cursos gratuitos a distância
Estado
Faetec abre inscrições para 15 mil vagas em cursos gratuitos a distância
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Sem consenso, Câmara retira votação do PL Antifacção da pauta

Hugo Motta adia decisão e tenta fechar texto com relator e líderes para votar nesta quarta-feira

Siga-nos no

Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, retirou da pauta desta terça-feira a votação do PL Antifacção. A decisão ocorreu após reunião com líderes partidários que apontaram falta de consenso sobre o texto.

A previsão é que a proposta volte à análise nesta quarta-feira, depois de ajustes entre o relator, Guilherme Derrite, e as lideranças da Casa. Motta afirmou que a votação pode ocorrer “amanhã ou quinta”.

O projeto vem sendo criticado por governistas, principalmente por mudanças relacionadas à atuação da Polícia Federal no combate às facções criminosas. O presidente da Câmara ainda deve discutir o texto com o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.

Uma versão anterior previa que a PF só poderia atuar com as polícias estaduais mediante solicitação formal dos governos. Após críticas, o relator recuou e manteve a autonomia da corporação, com exigência de comunicação às autoridades estaduais.

O novo trecho estabelece que a PF poderá atuar por solicitação de delegados e do Ministério Público estadual, ou por iniciativa própria, desde que informe as autoridades competentes. A reformulação segue em debate entre governo e oposição.