Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
André Marinho propõe retomada de territórios, metrô na Ponte Rio-Niterói e controladoria independente
Destaque
André Marinho propõe retomada de territórios, metrô na Ponte Rio-Niterói e controladoria independente
Operação mira maior fornecedor de insumos para lança-perfume do Comando Vermelho
Estado
Operação mira maior fornecedor de insumos para lança-perfume do Comando Vermelho
Polícia prende mulher apontada como tesoureira de Fernandinho Beira-Mar
Estado
Polícia prende mulher apontada como tesoureira de Fernandinho Beira-Mar
Mulher é presa e adolescente apreendida com lança-perfume na Rodoviária do Rio
Rio de Janeiro
Mulher é presa e adolescente apreendida com lança-perfume na Rodoviária do Rio
Criminosos usam ônibus como barricadas em manhã de terror no Complexo do Chapadão
Mais Quentes
Criminosos usam ônibus como barricadas em manhã de terror no Complexo do Chapadão
Governo do Estado amplia uso de tecnologia para reduzir custos e acelerar serviços públicos
Estado
Governo do Estado amplia uso de tecnologia para reduzir custos e acelerar serviços públicos
Mulher é presa com três quilos de cocaína escondidos em latas no Galeão
Rio de Janeiro
Mulher é presa com três quilos de cocaína escondidos em latas no Galeão
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Semana de Combate ao Aborto é incluída no calendário do Rio e provoca polêmica

Lei sancionada prevê campanha anual entre 1º e 8 de outubro e divide opiniões entre vereadores

Siga-nos no

Reprodução

A Prefeitura do Rio sancionou, nesta terça-feira (11), a lei que inclui a Semana Municipal de Combate ao Aborto no calendário oficial da cidade. A publicação ocorreu enquanto o prefeito em exercício, Luiz Antonio Guaraná, substitui Eduardo Paes durante viagem à Itália. A campanha será realizada anualmente entre os dias 1º e 8 de outubro.

O texto é de autoria dos vereadores Rogério Amorim, Carlos Bolsonaro e Diego Faro, todos do PL. A proposta prevê ações de conscientização sobre os fatores que levam mulheres a considerar o aborto, além de discutir consequências e alternativas. A medida já dividia opiniões desde o início do processo de votação na Casa.

Para Rogério Amorim, a campanha busca incentivar debates sobre proteção à vida, acolhimento e punição a criminosos. O parlamentar afirma que o objetivo é ampliar discussões sobre adoção, assistência e políticas públicas. Ele reforçou que, na visão dele, o aborto é crime e que defender esse posicionamento faz parte do exercício democrático.

A vereadora Thais Ferreira, do PSOL, criticou a decisão e classificou a iniciativa como um retrocesso no debate sobre direitos reprodutivos. Ela ressaltou que o aborto é uma questão de saúde pública e lembrou que, em junho, a Justiça derrubou uma lei semelhante sobre cartazes em unidades de saúde. Segundo Thais, a nova medida reforça uma lógica punitiva.

A Comissão de Direitos da Criança, Adolescente e Juventude informou que está em diálogo com outras comissões para avaliar possíveis ações. Uma audiência pública deve ser proposta para discutir impactos da política sobre meninas e adolescentes. Thais também pretende apresentar um projeto para criar a Semana Municipal de Promoção do Atendimento Humanizado em Casos de Aborto Legal.