Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Comissário da Polícia Civil aborda adolescentes em condomínio no Engenho de Dentro
Rio de Janeiro
Comissário da Polícia Civil aborda adolescentes em condomínio no Engenho de Dentro
BRB tem até março para apresentar plano de garantias ao Banco Central
Economia
BRB tem até março para apresentar plano de garantias ao Banco Central
Menina de 11 anos morre após desabamento de casa em Duque de Caxias
Baixada Fluminense
Menina de 11 anos morre após desabamento de casa em Duque de Caxias
Rio abre circuito de megablocos no pré-Carnaval com 14 desfiles no fim de semana
Carnaval
Rio abre circuito de megablocos no pré-Carnaval com 14 desfiles no fim de semana
Morre Constantino Júnior, fundador da Gol, aos 57 anos
Geral
Morre Constantino Júnior, fundador da Gol, aos 57 anos
Prouni 2026 oferece mais de 37 mil bolsas no RJ no primeiro semestre
Estado
Prouni 2026 oferece mais de 37 mil bolsas no RJ no primeiro semestre
Onda de frio provoca emergência em 13 estados dos EUA
Mundo
Onda de frio provoca emergência em 13 estados dos EUA

Governadores discutem texto final da reforma

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O governador Cláudio Castro defendeu, nesta terça-feira (04), em Brasília, mudanças no texto da reforma tributária, para que haja equilíbrio federativo, e na estrutura do Conselho Federativo, que vai administrar a arrecadação do novo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), unindo os impostos estadual e municipal sobre o consumo. A declaração foi feita durante reunião com outros chefes de Estado e mais de 190 senadores e deputados federais, para discutir a o relatório do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que deve ser votado nos próximos dias.

Para o governador do Rio, o Conselho Federativo não espelha a representação populacional e econômica das regiões Sul e Sudeste.

“Somos favoráveis à reforma tributária, porque o modelo que temos hoje dificulta o crescimento econômico das regiões. Já o Conselho fere a autonomia dos estados e o pacto federativo. No recorte do Cosud (Conselho de Integração Sul e Sudeste), temos 56% da população, somos 70% do PIB nacional e 80% da arrecadação de tributos federais. Por isso, tem que ser respeitado o critério populacional. Não podemos gerar mais desigualdade. Existe um Brasil só. Temos que nos unir, pensar na lógica colaborativa”,  ressaltou o governador.

Outro ponto questionado pelos governadores foi o Fundo de Desenvolvimento Regional, que tem como meta financiar projetos de desenvolvimento que combatam as desigualdades. Eles sugerem que o Fundo, de alguma maneira, represente os desafios sociais de acordo com o tamanho das populações das unidades da federação.

A previsão é que os atuais tributos (PIS, Cofins, ICMS e ISS) sejam substituídos pelo IVA (Imposto sobre Valor Agregado) dual, sobre impostos federais e estaduais.