Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Assessor de Vini Jr. e Lucas Paquetá é baleado em tentativa de assalto no Rio
Rio de Janeiro
Assessor de Vini Jr. e Lucas Paquetá é baleado em tentativa de assalto no Rio
PF apreende R$ 400 mil em espécie com empresário em Campos dos Goytacazes
Noroeste Fluminense
PF apreende R$ 400 mil em espécie com empresário em Campos dos Goytacazes
Datafolha: Distância entre Lula e Flávio Bolsonaro encurta e indica empate técnico
Política
Datafolha: Distância entre Lula e Flávio Bolsonaro encurta e indica empate técnico
Procons lançam protocolo “Não é Não” em bares e casas noturnas
Brasil
Procons lançam protocolo “Não é Não” em bares e casas noturnas
Agora é lei: Concessionárias do Rio deverão ressarcir consumidores por falta de água e luz
Rio de Janeiro
Agora é lei: Concessionárias do Rio deverão ressarcir consumidores por falta de água e luz
RioLuz lança Projeto Crias da Luz para formar agentes de iluminação pública no Rio
Rio de Janeiro
RioLuz lança Projeto Crias da Luz para formar agentes de iluminação pública no Rio
Envolvidos na morte do advogado Rodrigo Crespo são condenados a 30 anos de prisão
Rio de Janeiro
Envolvidos na morte do advogado Rodrigo Crespo são condenados a 30 anos de prisão

Brasil reúne apoio de mais de 80 países por fim dos combustíveis fósseis na COP30

Coalizão internacional reforça pressão por transição energética global

Siga-nos no

Reprodução

O Brasil conquistou o apoio formal de mais de 80 países ao mapa do caminho que propõe a transição global para longe dos combustíveis fósseis. O anúncio ocorreu durante o Mutirão Call for a Fossil Fuel Roadmap, reunindo na COP30 nações do Norte e Sul Global.

A proposta ganhou força após o presidente Lula convocar líderes internacionais a estabelecer metas e prazos concretos para abandonar petróleo, gás e carvão. Representantes de países como Alemanha, Dinamarca, Reino Unido, Quênia, Serra Leoa e Ilhas Marshall destacaram a urgência da agenda.

Entre nações vulneráveis, o debate foi tratado como questão de sobrevivência. O ministro de Serra Leoa, Jiwoh Abdulai, alertou que o aumento de 1,5°C coloca em risco não só o ambiente, mas a própria economia, com custos de adaptação crescendo acima da capacidade de resposta.

A ministra Marina Silva celebrou o apoio e afirmou que o desafio exige financiamento, diversificação econômica e avanço tecnológico. Para ela, os países precisam transformar compromissos em ações reais, já que o mundo está atrasado em relação às metas climáticas.

Movimentos sociais, no entanto, criticaram a ausência de povos tradicionais na construção do roteiro global. Em nota, o Instituto Arayara afirmou que o processo ignora comunidades diretamente afetadas pela infraestrutura fóssil, deixando incompleta a busca por justiça climática.