Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Estação do BRT em Magalhães Bastos retoma funcionamento após incêndio
Rio de Janeiro
Estação do BRT em Magalhães Bastos retoma funcionamento após incêndio
Justiça dá ganho a Antonio Fagundes em processo por atraso de espectadores
Famosos
Justiça dá ganho a Antonio Fagundes em processo por atraso de espectadores
Vereadores de Nova Iguaçu realizam doação de sangue em homenagem a colega assassinado
Nova Iguaçu
Vereadores de Nova Iguaçu realizam doação de sangue em homenagem a colega assassinado
Ruas reage a decisão do STF com cautela e mantém expectativa por julgamento definitivo
Política
Ruas reage a decisão do STF com cautela e mantém expectativa por julgamento definitivo
Fifa descarta proposta de Trump para incluir Itália na Copa no lugar do Irã
Esportes
Fifa descarta proposta de Trump para incluir Itália na Copa no lugar do Irã
Estudante é presa no Rio por se passar por médica com CRM de profissional homônima
Rio de Janeiro
Estudante é presa no Rio por se passar por médica com CRM de profissional homônima
Diretor e ex-ator mirim Fabiano Vannucci morre aos 53 anos no Rio
Famosos
Diretor e ex-ator mirim Fabiano Vannucci morre aos 53 anos no Rio

Prisão de Bolsonaro domina as redes e se torna o tema político mais citado do ano

Monitoramento da Quaest aponta 448 mil menções e mais de 100 milhões de contas alcançadas; maioria das postagens é contrária à prisão

Siga-nos no

Foto: Cristiano Mariz

A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada no sábado (22/11), tornou-se o principal acontecimento político do ano em volume de repercussão nas redes sociais, segundo levantamento da Quaest Pesquisa e Consultoria. O monitoramento registrou 448 mil menções feitas por 128 mil usuários, alcançando um público estimado de 116 milhões de contas.

De acordo com o estudo, 42% das publicações manifestaram posição contrária à prisão — portanto favoráveis a Bolsonaro — enquanto 35% foram favoráveis à decisão judicial. Os dados foram coletados até as 14h, antes da divulgação do vídeo em que Bolsonaro admite ter danificado a tornozeleira eletrônica com um “ferro quente”.

A prisão preventiva também liderou o ranking de menções por hora em 2025, considerando o período entre 6h e 14h de sábado. Em segundo lugar ficou o primeiro dia de julgamento de Bolsonaro no STF, em 2 de setembro, com média de 44 mil menções por hora. A megaoperação policial contra o crime organizado no Rio de Janeiro, em 28 de outubro — que resultou na morte de 122 pessoas — aparece na terceira posição, com 37 mil menções por hora.

A lista completa inclui ainda temas como a aplicação da Lei Magnitsky, a PEC da Blindagem, o embate entre Governo e Congresso e a discussão sobre “adultização” no caso Felca, cada um com seus respectivos picos de menções.

O monitoramento da Quaest considera publicações nas principais redes sociais e em sites de notícias, utilizando ferramentas próprias de coleta e operadores de busca por palavras-chave.

Em uma análise paralela, a Quaest reforça que 447 mil postagens sobre a prisão foram identificadas — número próximo ao do primeiro levantamento — novamente alcançando mais de 116 milhões de contas. As manifestações atingiram o pico entre 9h e 11h de domingo.

Entre parlamentares, predominaram publicações de perfis governistas: 73 deles postaram sobre o tema, contra 12 de centro e 50 da oposição.