Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Botafogo comemora 122 anos e recebe homenagem dos jogadores antes de decisão na Sul-Americana
Esportes
Botafogo comemora 122 anos e recebe homenagem dos jogadores antes de decisão na Sul-Americana
Novo terremoto de magnitude 3,7 atinge a Toscana e assusta moradores em Pisa
Mundo
Novo terremoto de magnitude 3,7 atinge a Toscana e assusta moradores em Pisa
STF manda suspender e devolver pagamentos acima do limite a magistrados
Brasil
STF manda suspender e devolver pagamentos acima do limite a magistrados
Justiça do Rio suspende lei que criou o Rio Rotativo Digital
Rio de Janeiro
Justiça do Rio suspende lei que criou o Rio Rotativo Digital
Juiz afastado após beber e fumar em sessão virtual continuará recebendo salário de R$ 83,5 mil
Brasil
Juiz afastado após beber e fumar em sessão virtual continuará recebendo salário de R$ 83,5 mil
Força Municipal começa patrulhamento armado no Sarapuí, em Duque de Caxias
Baixada Fluminense
Força Municipal começa patrulhamento armado no Sarapuí, em Duque de Caxias
Barricadas são incendiadas durante operação da Polícia Civil na Mangueira
Rio de Janeiro
Barricadas são incendiadas durante operação da Polícia Civil na Mangueira
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Rio participa da Marcha Nacional das Mulheres Negras

Cerca de 30 mil mulheres do estado seguem para Brasília para o ato desta terça-feira (25)

Siga-nos no

Reprodução

A costureira e ativista Márcia Justino Barreto Bispo, de 56 anos, estava entre as mulheres que embarcaram na manhã desta segunda-feira (24), na Cinelândia, no Centro do Rio, rumo à Marcha Nacional das Mulheres Negras, em Brasília. A viagem deve durar cerca de 22 horas. Segundo as organizadoras, cerca de 30 mil mulheres do estado devem participar do ato na capital federal.

Para Márcia, a participação é parte de uma luta contínua por visibilidade e oportunidades. “Precisamos ser vistas e lembradas para ter mais acesso ao trabalho, à política e aos estudos. A mulher preta é o útero do país. Precisamos dessa reparação histórica”, afirmou.

A assistente social Irinéia Olinda de Jesus, de 72 anos, moradora de Santa Cruz e integrante da Secretaria de Combate ao Racismo do PT, destacou que a marcha resgata a trajetória de mulheres negras que enfrentaram escravização e ruptura familiar. “Ainda falta muito para que a população preta alcance a igualdade no país”, disse.

A costureira Íris de Oliveira Thomaz, de 64 anos, afirmou que marcha em nome de seus antepassados e também das próximas gerações. “Estou representando meus netos para que tenham condições melhores e para enfrentar o racismo que ainda existe”, declarou.