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OSUFRJ é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Rio

Câmara aprova lei que valoriza a história centenária da orquestra

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Reprodução

A Câmara Municipal do Rio aprovou a Lei 9.176/25, que declara a Orquestra Sinfônica da UFRJ como Patrimônio Cultural Imaterial da Cidade. O reconhecimento chega no ano em que a orquestra completa um século de atividade e reforça seu papel na formação musical do município. O texto oficializa a relevância histórica e educacional do grupo.

A OSUFRJ é considerada o mais antigo conjunto sinfônico em atividade no Rio. Sua atuação envolve músicos, professores, alunos e equipes da universidade. Ao longo de cem anos, a orquestra manteve um repertório que inclui obras brasileiras e contribuiu para fortalecer a produção musical do país.

A proposta foi apresentada pelo vereador Marcio Ribeiro. Ele afirmou que o título preserva a memória da orquestra e projeta seu futuro como referência na educação musical. Para o parlamentar, reconhecer o grupo como patrimônio é uma forma de destacar sua trajetória e impacto cultural.

Ribeiro também ressaltou que a orquestra é um patrimônio vivo da cidade, com forte ligação à formação de novos músicos. Segundo ele, a conquista fortalece o trabalho da OSUFRJ e estimula a continuidade de projetos ligados à música de concerto. O objetivo é inspirar novas gerações.

Com a aprovação da lei, o município reafirma o compromisso de valorizar instituições culturais associadas à educação pública. O reconhecimento ocorre em meio ao centenário da orquestra, marcado por concertos, gravações e iniciativas formativas que revisitam sua história.