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Um em cada quatro jornalistas mortos em 2025 trabalhava na América Latina

O dado é da ONG Repórteres Sem Fronteiras

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Reeprodução

Em mais um ano violento para a imprensa, a América Latina foi uma das áreas mais mortais para jornalistas, revelou nesta terça-feira um relatório anual da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF). De acordo com o levantamento, um em cada quatro assassinatos de profissionais em 2025 ocorreu na região.

Na América Latina, 2025 foi marcado pela violência de organizações criminosas, acusadas de 18 assassinatos de jornalistas, sendo que nove no México — até o começo do mês, outros 28 jornalistas mexicanos estavam desaparecidos.

No topo desse sangrento ranking está a Faixa de Gaza: quase metade dos jornalistas mortos no ano passado perdeu a vida no território palestino, em meio à guerra iniciada em outubro de 2023. Segundo os números da RSF, 67 jornalistas morreram entre dezembro de 2024 e o começo do mês, 29 deles na Faixa de Gaza.

Outras organizações e agências da ONU pedem para que a imprensa não seja deliberadamente atacada no campo de batalha, mas o governo israelense rejeita as alegações e diz que seus alvos são “legítimos”.