Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Parque RJ São Gonçalo será inaugurado com programação do Sesc Verão 2026
São Gonçalo
Parque RJ São Gonçalo será inaugurado com programação do Sesc Verão 2026
TJRJ autoriza inclusão de concessionárias privadas em ações contra a Cedae
Estado
TJRJ autoriza inclusão de concessionárias privadas em ações contra a Cedae
Rio inicia testes para integrar ônibus da Baixada ao sistema BRT
Rio de Janeiro
Rio inicia testes para integrar ônibus da Baixada ao sistema BRT
Alerj inicia debate sobre eleição indireta para governador do Rio
Política
Alerj inicia debate sobre eleição indireta para governador do Rio
Belford Roxo anuncia instalação de 300 câmeras com inteligência artificial
Baixada Fluminense
Belford Roxo anuncia instalação de 300 câmeras com inteligência artificial
Rio Open 2026 começa em fevereiro com grandes nomes do tênis mundial
Esportes
Rio Open 2026 começa em fevereiro com grandes nomes do tênis mundial
Anvisa amplia indicações do Wegovy e do Ozempic para prevenção de doenças cardiovasculares e renais
Saúde
Anvisa amplia indicações do Wegovy e do Ozempic para prevenção de doenças cardiovasculares e renais

Defesa pede absolvição de general acusado de planejar atentado

Advogado nega existência do documento “Punhal Verde e Amarelo”

Siga-nos no

Reprodução

A defesa do general da reserva Mário Fernandes pediu sua absolvição durante o julgamento da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa seis réus do chamado núcleo 2 da trama golpista. A Polícia Federal afirma que o militar elaborou o arquivo “Punhal Verde e Amarelo”, que descrevia ações voltadas ao sequestro ou homicídio do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin.

Segundo a PF, Fernandes relatou que Jair Bolsonaro deu aval para a execução do plano até 31 de dezembro de 2022. Em áudio enviado a Mauro Cid, o general teria dito que o ex-presidente autorizou a ação até o fim de seu mandato. A defesa nega as acusações e sustenta que não houve conduta concreta para “aniquilar” autoridades.

O advogado Marcos Vinicius Figueiredo afirmou que o documento não existiu nos termos descritos pela acusação e contestou a versão de que teria sido impresso em três vias e levado ao Palácio da Alvorada. Para ele, o material deve ser descartado na “teoria dos antecedentes causais”, por não ter se convertido em ação prática.

A sessão prossegue com as manifestações das defesas dos demais acusados. O processo envolve ex-assessores do governo Bolsonaro e ex-dirigentes do Ministério da Justiça e da PRF, todos denunciados por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado e organização criminosa armada.

Além de organização criminosa, os réus respondem por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e deterioração de patrimônio tombado. A análise da Primeira Turma segue sem previsão de término.