Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Incêndio atinge loja no subsolo do Mercadão de Madureira
Sem categoria
Incêndio atinge loja no subsolo do Mercadão de Madureira
Benedita da Silva debate representação negra em encontro com influenciadores no Rio
Política
Benedita da Silva debate representação negra em encontro com influenciadores no Rio
Chuva forte e ventos intensos devem atingir o Rio neste sábado
Rio de Janeiro
Chuva forte e ventos intensos devem atingir o Rio neste sábado
ONU aprova resolução para incentivar nova representação do mapa-múndi
Mundo
ONU aprova resolução para incentivar nova representação do mapa-múndi
Ator de “Quem Ama Cuida” é alvo de ataques durante percurso para o Rock in Rio
Famosos
Ator de “Quem Ama Cuida” é alvo de ataques durante percurso para o Rock in Rio
PF prende jovem com 5,5 quilos de cocaína no Aeroporto do Galeão
Mais Quentes
PF prende jovem com 5,5 quilos de cocaína no Aeroporto do Galeão
Carlos Alberto Parreira recebe alta após quase três meses internado no Rio
Brasil
Carlos Alberto Parreira recebe alta após quase três meses internado no Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Defesa pede absolvição de general acusado de planejar atentado

Advogado nega existência do documento “Punhal Verde e Amarelo”

Siga-nos no

Reprodução

A defesa do general da reserva Mário Fernandes pediu sua absolvição durante o julgamento da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa seis réus do chamado núcleo 2 da trama golpista. A Polícia Federal afirma que o militar elaborou o arquivo “Punhal Verde e Amarelo”, que descrevia ações voltadas ao sequestro ou homicídio do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin.

Segundo a PF, Fernandes relatou que Jair Bolsonaro deu aval para a execução do plano até 31 de dezembro de 2022. Em áudio enviado a Mauro Cid, o general teria dito que o ex-presidente autorizou a ação até o fim de seu mandato. A defesa nega as acusações e sustenta que não houve conduta concreta para “aniquilar” autoridades.

O advogado Marcos Vinicius Figueiredo afirmou que o documento não existiu nos termos descritos pela acusação e contestou a versão de que teria sido impresso em três vias e levado ao Palácio da Alvorada. Para ele, o material deve ser descartado na “teoria dos antecedentes causais”, por não ter se convertido em ação prática.

A sessão prossegue com as manifestações das defesas dos demais acusados. O processo envolve ex-assessores do governo Bolsonaro e ex-dirigentes do Ministério da Justiça e da PRF, todos denunciados por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado e organização criminosa armada.

Além de organização criminosa, os réus respondem por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e deterioração de patrimônio tombado. A análise da Primeira Turma segue sem previsão de término.