Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Venezuela: número de mortos sobe para 1.719 e novo tremor assusta o país
Mundo
Venezuela: número de mortos sobe para 1.719 e novo tremor assusta o país
Greve dos rodoviários no Rio segue por tempo indeterminado nesta terça-feira
Rio de Janeiro
Greve dos rodoviários no Rio segue por tempo indeterminado nesta terça-feira
Economia do Estado mantém crescimento e supera média do Sudeste em 2026
Estado
Economia do Estado mantém crescimento e supera média do Sudeste em 2026
STF arquiva investigações contra parlamentares do PL sobre o 8 de Janeiro
Política
STF arquiva investigações contra parlamentares do PL sobre o 8 de Janeiro
Rio inaugura trilha em unidade de conservação na Ilha das Cargarras 
Rio de Janeiro
Rio inaugura trilha em unidade de conservação na Ilha das Cargarras 
Moraes se reúne com defesa de Bolsonaro para decidir sobre prisão domiciliar
Política
Moraes se reúne com defesa de Bolsonaro para decidir sobre prisão domiciliar
Com gol nos acréscimos, Brasil vira contra Japão e avança às oitavas
Destaque
Com gol nos acréscimos, Brasil vira contra Japão e avança às oitavas
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Brasil avança 19 posições em ranking global de liberdade de imprensa

Ranking mostra melhora brasileira enquanto cenário global se agrava.

Siga-nos no

A liberdade de imprensa no Brasil registrou um avanço significativo no último ano. O novo ranking global da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF) mostra que o país saltou da 82ª para a 63ª posição em 2025 — uma melhora de 19 colocações. Desde 2022, último ano da gestão Bolsonaro, o Brasil já subiu 47 posições, deixando para trás um dos momentos mais tensos para a imprensa no período recente. A RSF atribui parte desse progresso à normalização das relações entre governo federal e veículos de comunicação, destacando que o clima de hostilidade deu lugar a um ambiente mais estável para o trabalho jornalístico.

Apesar disso, o relatório aponta problemas ainda preocupantes. A violência contra jornalistas segue presente em várias regiões, especialmente onde há atuação de facções criminosas ou conflitos políticos locais. Também cresce a pressão exercida por campanhas de desinformação, que continuam alimentando ataques virtuais e dificultando o trabalho de quem vive de apurar fatos. Para a ONG, esses desafios exigem respostas mais firmes para consolidar a recuperação da liberdade de imprensa no país.

Enquanto o Brasil melhora, o cenário mundial se torna mais grave. A China aparece como a “maior prisão aberta de jornalistas”, com 121 profissionais detidos. A guerra em Gaza elevou drasticamente o número de mortes: Israel é apontado pela RSF como responsável por 43% dos assassinatos de jornalistas no último ano. México, Ucrânia e Sudão também seguem como regiões de alto risco. Ao todo, 503 jornalistas estão presos no mundo, e 67 foram mortos entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025. A RSF alerta que ataques diretos a profissionais da informação estão se tornando uma prática comum — e pede ações urgentes de governos para proteger quem trabalha para informar a sociedade.