Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Empresária do Paraná vende bolão premiado na Quina de São João na última hora
Brasil
Empresária do Paraná vende bolão premiado na Quina de São João na última hora
Rio institui o primeiro “Dia da Praia” com maior mutirão de limpeza 
Rio de Janeiro
Rio institui o primeiro “Dia da Praia” com maior mutirão de limpeza 
Venezuela: número de mortos sobe para 1.719 e novo tremor assusta o país
Mundo
Venezuela: número de mortos sobe para 1.719 e novo tremor assusta o país
Greve dos rodoviários no Rio segue por tempo indeterminado nesta terça-feira
Rio de Janeiro
Greve dos rodoviários no Rio segue por tempo indeterminado nesta terça-feira
Economia do Estado mantém crescimento e supera média do Sudeste em 2026
Estado
Economia do Estado mantém crescimento e supera média do Sudeste em 2026
STF arquiva investigações contra parlamentares do PL sobre o 8 de Janeiro
Política
STF arquiva investigações contra parlamentares do PL sobre o 8 de Janeiro
Rio inaugura trilha em unidade de conservação na Ilha das Cargarras 
Rio de Janeiro
Rio inaugura trilha em unidade de conservação na Ilha das Cargarras 
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

PF mira desvio de R$ 15 milhões da Justiça do Trabalho do RJ

Operação investiga fraude em alvarás judiciais entre 2022 e 2025

Siga-nos no

Reprodução

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (11) a Operação Apócrifo, que apura o desvio de cerca de R$ 15 milhões da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro. Segundo as investigações, valores destinados ao pagamento de alvarás judiciais foram transferidos de forma irregular a terceiros. As ações ocorreram após denúncias do TRT da 1ª Região.

Os agentes cumpriram sete mandados de busca e apreensão em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e em Valença, no Sul Fluminense. As apurações apontam que pessoas sem qualquer vínculo com os processos eram habilitadas como beneficiárias. A inclusão irregular dos nomes permitia que elas recebessem valores liberados pela Justiça.

Um servidor da Justiça do Trabalho foi identificado como principal responsável pela execução da fraude. De acordo com a PF, ele atuava na habilitação dos falsos beneficiários e facilitava a liberação dos pagamentos. O esquema ocorreu de 2022 a 2025 e movimentou milhões em alvarás desviados.

O inquérito foi instaurado com base em informações enviadas pelo próprio TRT-RJ, que detectou inconsistências no sistema de pagamentos. O tribunal forneceu documentos e dados que auxiliaram na investigação. A cooperação institucional foi considerada essencial para o avanço do caso.

Os suspeitos podem responder por peculato e inserção de dados falsos em sistemas de informação. A investigação é conduzida pela Delegacia da Polícia Federal em Nova Iguaçu, que segue analisando documentos e rastreando os pagamentos. A PF afirma que novas diligências não estão descartadas.