Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Governo do Rio inaugura Centro de Radioterapia no Instituto Estadual do Cérebr
Rio de Janeiro
Governo do Rio inaugura Centro de Radioterapia no Instituto Estadual do Cérebr
Metrô do Rio terá reforço especial no funcionamento durante jogo da Seleção
Rio de Janeiro
Metrô do Rio terá reforço especial no funcionamento durante jogo da Seleção
Carteira de Identidade Nacional passa a valer como documento de entrada em países do Mercosul
Brasil
Carteira de Identidade Nacional passa a valer como documento de entrada em países do Mercosul
Justiça do Rio nega pedido de revogação de prisão preventiva do cantor Oruam
Rio de Janeiro
Justiça do Rio nega pedido de revogação de prisão preventiva do cantor Oruam
EUA atacam alvos no Estreito de Ormuz após acusação de violação de cessar-fogo pelo Irã
Mundo
EUA atacam alvos no Estreito de Ormuz após acusação de violação de cessar-fogo pelo Irã
Morre mulher que ficou presa em caminhonete que caiu no mar no Rio
Rio de Janeiro
Morre mulher que ficou presa em caminhonete que caiu no mar no Rio
CET-Rio monta operação de trânsito no Leblon e em Ipanema para corrida neste domingo
Rio de Janeiro
CET-Rio monta operação de trânsito no Leblon e em Ipanema para corrida neste domingo
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Brasil entra na lista dos 10 países mais perigosos do mundo

Países latino-americanos aparecem ao lado de zonas de guerra

Siga-nos no

Brasil, México, Equador e Haiti aparecem, em 2025, entre os 10 países mais perigosos do mundo, segundo o índice de conflitos divulgado pela organização não governamental ACLED. O levantamento leva em conta mortalidade, risco para civis, alcance territorial dos conflitos e número de grupos armados ativos.

No ranking, o México ocupa a quarta posição, repetindo o desempenho do ano passado. O Equador aparece em sexto lugar, com uma alta expressiva em relação a 2024, impulsionada pelo avanço da violência entre facções criminosas. O Brasil e o Haiti figuram na sétima e oitava posições, respectivamente, ambos marcados por disputas territoriais de gangues e instabilidade social.

De acordo com a ACLED, o aumento da violência na América Latina tem características próprias em cada país. No México, pesa a disputa interna no Cartel de Sinaloa e a violência contra políticos e autoridades. No Equador, o avanço das gangues e o papel do país no tráfico internacional elevaram os índices de homicídio. No Brasil, facções disputam grandes áreas urbanas, enquanto no Haiti a fragilidade política abriu espaço para a expansão de grupos armados.

O relatório também aponta que o envio de mais forças militares e policiais pode até reduzir a violência no curto prazo, mas tende a gerar efeitos negativos no médio e longo prazo, como fragmentação de grupos criminosos e aumento de confrontos. Segundo analistas, sem mudanças estruturais, a tendência é que a violência continue avançando, apesar das ações de repressão.