Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Justiça bloqueia contas da Real, da Vila Isabel e de empresas de ônibus do Consórcio Intersul
Rio de Janeiro
Justiça bloqueia contas da Real, da Vila Isabel e de empresas de ônibus do Consórcio Intersul
Prefeitura anuncia obra de R$ 8,2 milhões na histórica sede do Bola Preta
Rio de Janeiro
Prefeitura anuncia obra de R$ 8,2 milhões na histórica sede do Bola Preta
PRF apreende mais de uma tonelada de drogas em Queimados
Mais Quentes
PRF apreende mais de uma tonelada de drogas em Queimados
Justiça do Rio expede novo mandado de prisão contra o bicheiro Adilsinho
Rio de Janeiro
Justiça do Rio expede novo mandado de prisão contra o bicheiro Adilsinho
Iphan e Riotur lançam campanha pela preservação dos bens tombados durante o carnaval
Carnaval
Iphan e Riotur lançam campanha pela preservação dos bens tombados durante o carnaval
Senado aprova criação do programa Gás do Povo
Brasil
Senado aprova criação do programa Gás do Povo
Bacellar pede licença de novo e se ausenta no 1° dia após recesso da Alerj
Política
Bacellar pede licença de novo e se ausenta no 1° dia após recesso da Alerj

PF deflagra 2ª fase da Operação Unha e Carne

O desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), foi preso.

Siga-nos no

reprodução

Na manhã desta terça-feira, 16/12, a Polícia Federal deflagrou a Operação Unha e Carne 2 para investigar a atuação de agentes públicos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun, deflagrada em setembro.

O desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), foi preso.

Policiais prenderam Macário em casa, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Macário foi o magistrado que, em setembro, expediu o mandado de prisão do então deputado TH Joias na Zargun.

Na ação de hoje, a PF saiu para cumprir um mandado de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro e no Espírito Santo.

A ação se insere no contexto da decisão do STF no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.