Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Neymar indica que 2026 será sua última Copa do Mundo
Esportes
Neymar indica que 2026 será sua última Copa do Mundo
DER-RJ reforça segurança viária na RJ-106 para reduzir acidentes e preservar vidas
Estado
DER-RJ reforça segurança viária na RJ-106 para reduzir acidentes e preservar vidas
Turista pula em queda d’água nas Cataratas do Iguaçu para recuperar celular
Brasil
Turista pula em queda d’água nas Cataratas do Iguaçu para recuperar celular
MPRJ recorre de perdão judicial a Monique Medeiros
Destaque
MPRJ recorre de perdão judicial a Monique Medeiros
Corpo de mulher assassinada pelo ex-marido na frente da filha é sepultado em Duque de Caxias
Estado
Corpo de mulher assassinada pelo ex-marido na frente da filha é sepultado em Duque de Caxias
Azul Encolhe Frota no Ar para Proteger o Caixa
Economia
Azul Encolhe Frota no Ar para Proteger o Caixa
Fifa flexibiliza regras e permite entrada de água na Copa do Mundo
Saúde
Fifa flexibiliza regras e permite entrada de água na Copa do Mundo
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Toffoli prorroga alívio fiscal ao Rio e mantém estado no Regime de Recuperação Fiscal até 2026

Decisão do STF dá mais prazo para negociação da dívida e adesão ao Propag

Siga-nos no

Foto: Supremo Tribunal Federal

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu estender por mais seis meses o alívio fiscal concedido ao estado do Rio de Janeiro. Com isso, o governo fluminense permanece no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) até meados de 2026, mantendo os efeitos de uma liminar concedida em junho deste ano.

A decisão garante fôlego financeiro ao estado enquanto seguem as negociações com a União para a adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), aprovado pelo Congresso Nacional no fim de 2025. Para Toffoli, o prazo adicional é necessário para que o Rio consiga se adequar às exigências do novo modelo de renegociação.

O ministro avaliou que uma saída imediata do RRF poderia provocar prejuízos relevantes à administração estadual e comprometer o interesse público. Segundo ele, a prorrogação permite estabilidade financeira e institucional durante o período de transição.

Na decisão, Toffoli destacou que, ao final dos primeiros seis meses de 2026 — ou caso haja acordo antes disso —, o estado e a União deverão se manifestar novamente no processo para que o STF avalie os próximos passos.

Além disso, o ministro manteve suspensa a multa aplicada pela União por suposto descumprimento das regras do regime fiscal. No entanto, determinou que os valores não pagos em 2024 e 2025, estimados em cerca de R$ 4,9 bilhões, sejam atualizados pelo IPCA e incorporados às parcelas futuras a partir de 2026, de forma a evitar perdas para o governo federal.

Durante o processo, a União alegou que o Rio não cumpriu integralmente as metas do RRF, especialmente no controle das despesas com pessoal. O estado, por sua vez, argumentou que a situação fiscal foi agravada por medidas federais, como a redução da alíquota do ICMS, que impactou a arrecadação.

O Propag surge como alternativa ao modelo atual. O programa prevê condições mais vantajosas para o pagamento das dívidas estaduais, com juros reais reduzidos e possibilidade de renegociação por meio de antecipação de parcelas ou transferência de ativos. A expectativa é que o novo sistema substitua gradualmente o Regime de Recuperação Fiscal.