Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Prefeitura entrega chave ao Rei Momo e dá início ao Carnaval do Rio 2026
Carnaval
Prefeitura entrega chave ao Rei Momo e dá início ao Carnaval do Rio 2026
Nova Iguaçu instala placas no Rio Guandu para evitar novos afogamentos
Nova Iguaçu
Nova Iguaçu instala placas no Rio Guandu para evitar novos afogamentos
Carnaval Raiz 2026 começa neste sábado em sete bairros de São Gonçalo
Região Metropolitana
Carnaval Raiz 2026 começa neste sábado em sete bairros de São Gonçalo
Carnaval 2026 atrai estrelas internacionais para o Brasil
Carnaval
Carnaval 2026 atrai estrelas internacionais para o Brasil
Dino vota contra aplicar anistia a crimes que continuaram após a ditadura
Política
Dino vota contra aplicar anistia a crimes que continuaram após a ditadura
Vazamento de água atinge área nobre do Louvre, mas Mona Lisa não sofre danos
Mundo
Vazamento de água atinge área nobre do Louvre, mas Mona Lisa não sofre danos
Turismo impulsiona economia fluminense
Estado
Turismo impulsiona economia fluminense

Abrigo de crianças em Mangaratiba ganha sede própria

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O Abrigo Lar Mariliza, que acolhe crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social em Mangaratiba, vai ganhar uma sede própria. A entrega será realizada no próximo dia 14, às 15h, pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos. A solenidade será aberta ao público. A instituição foi fundada em 2002 e é administrada pela prefeitura.

A sede provisória fica no bairro do Ibicuí, onde estão abrigadas dezenas de crianças e adolescentes, muitos, por causa de desorganização familiar e outros, vítimas de abusos sexuais. As crianças abrigadas freqüentam as escolas públicas da região e fazem parte do Centro de Atendimento Integral à Criança e ao Adolescente (Caica), que oferece diversas atividades esportivas, de lazer e cursos abertos a comunidade.

O abrigo é uma Unidade de Acolhimento Infanto-Juvenil (UAI) da rede socioassistencial pública e privada do município, que busca assegurar a proteção integral dos menores acolhidos. Ela é destinada a menores com idades entre 10 e 18 anos incompletos, de ambos os sexos.

Outra preocupação do abrigo é evitar a separação de irmãos e o tratamento diferenciado por parte dos pais. Alguns, quando vão visitar os filhos, levam presente apenas para um. As assistentes sociais, nesses casos, não entregam o presente.

Fazer com que a criança retorne para a casa é um dos principais objetivos do abrigo. E tem funcionado. Cerca de 80% das crianças e adolescentes que passaram pela casa retornaram a suas famílias biológicas. Mesmo reinserida na família, a criança continua recebendo atendimento. A unidade funciona como moradia provisória. Quem não retorna à família de origem é encaminhada para uma substituta ou fica no espaço até que tenha condições de se manter por conta própria.