O forte calor registrado no início de janeiro levou 1.597 pessoas a procurarem atendimento na rede estadual de saúde do Rio de Janeiro entre os dias 1º e 11. Segundo o governo do estado, os casos foram registrados nas 27 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) espalhadas pelo território fluminense.
O levantamento considera pacientes que apresentaram ao menos três sintomas associados ao calor extremo.
Entre os principais sinais relatados estão dor de cabeça, tontura, náuseas, pele quente e seca, aumento da temperatura corporal, taquicardia, desidratação, insolação, confusão mental, distúrbios visuais e desequilíbrio de água e sais minerais no organismo.
No domingo (11), o Rio foi a capital mais quente do país, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os termômetros marcaram 39,7°C, a maior temperatura do ano até agora. A previsão indica que o calor pode ser ainda mais intenso nesta segunda-feira (12), com máxima de até 41°C.
Previsão do tempo e cuidados
Nesta segunda-feira (12), o Rio segue com sol forte, poucas nuvens e sem previsão de chuva, mantendo temperaturas acima dos 40°C. A tendência, no entanto, é de mudança no tempo ao longo da semana.
Segundo o sistema Alerta Rio, a partir de terça-feira (13) a capital deve ter aumento de nebulosidade e pancadas de chuva isoladas. A queda mais significativa nas temperaturas está prevista para começar na quarta-feira (14), com tempo parcialmente nublado até sexta-feira (16).
Diante do calor intenso e do ar seco, órgãos municipais reforçam a orientação para que a população aumente a ingestão de líquidos, evite exposição prolongada ao sol nos horários mais quentes do dia e acompanhe os avisos oficiais sobre as condições meteorológicas.






