A Defesa Civil Municipal do Rio autorizou a desinterdição do subsolo e de 17 lojas localizadas no térreo do Shopping Tijuca, na Zona Norte da cidade. O espaço estava fechado desde o incêndio registrado no último dia 2 e, segundo o órgão, a liberação tem caráter temporário.
De acordo com a Defesa Civil, a medida foi tomada exclusivamente para permitir a execução de obras e serviços emergenciais. A liberação definitiva das áreas dependerá da conclusão dos trabalhos e da apresentação de um Laudo Técnico de Obras Concluídas, que deverá atestar as condições de segurança do local.
Liberação é temporária e depende de laudo técnico
Ainda segundo a Defesa Civil, enquanto as intervenções estiverem em andamento, o acesso permanecerá restrito às equipes responsáveis pelos serviços. A circulação de clientes segue proibida nessas áreas até nova avaliação técnica.
O Shopping Tijuca informou que trabalha com a expectativa de reabrir nos próximos dias, mas ressaltou que ainda não há uma data definida. A administração do centro comercial afirma que segue todas as orientações dos órgãos competentes.
Shopping afirma que áreas comuns já foram higienizadas
Em nota, o Shopping Tijuca destacou que as áreas comuns do empreendimento já passaram por higienização completa. Além disso, todos os sistemas e instalações teriam sido revisados após o incêndio.
“O shopping reforça que tem mantido diálogo permanente com os lojistas, inclusive com atualizações diárias sobre os trabalhos dos órgãos competentes, além de prestar assistência e suporte para a limpeza e eventuais manutenções. As demais questões serão avaliadas em momento oportuno”, informou a administração.
Incêndio começou em loja de decoração
O incêndio atingiu o Shopping Tijuca no início da noite do dia 2. O fogo mobilizou equipes por horas e só foi totalmente controlado durante a madrugada. A ocorrência causou grande impacto na região e levou à interdição total do shopping por questões de segurança.
Duas pessoas morreram e três ficaram feridas
Duas pessoas morreram: o supervisor de brigadistas Anderson Aguiar do Prado, que chegou sem vida ao Hospital Municipal Souza Aguiar. A outra vítima fatal é a brigadista Emellyn Silva Aguiar Menezes, retirada do estabelecimento já durante a madrugada.






