O diretor-geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, André Horta, morreu na madrugada deste domingo (18), aos 52 anos, no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, na Zona Sul da capital fluminense. Filho do ex-presidente do Fluminense Football Club, Francisco Horta, André era figura conhecida tanto na área da saúde quanto nos bastidores do clube das Laranjeiras.
Com uma trajetória marcada pela atuação pública e pelo envolvimento com o Fluminense, André chegou a lançar pré-candidatura à presidência do clube nas últimas eleições. Seu sobrenome carregava o peso simbólico de uma das gestões mais emblemáticas da história tricolor, quando seu pai comandou o clube entre 1975 e 1977 e montou a célebre “Máquina Tricolor”.
Nos últimos anos, André Horta se consolidou como um dos principais debatedores da política interna do Fluminense. Era presença constante em discussões sobre gestão esportiva, governança e rumos administrativos do clube, sempre com posições firmes e discurso direto.
Ele ganhou projeção entre torcedores por meio do programa Panorama Tricolor, espaço de debates voltado ao futebol e à administração esportiva. Com análises frequentes, previsões e boa audiência nas plataformas digitais, tornou-se referência para torcedores interessados nos bastidores e na política do clube.






